Ruivas na Idade Média

Ruivas na Idade Média

o homens e mulheres ruivos, ou seja, com uma tonalidade cobre nos cabelos, de acordo com os últimos estudos, é de 4% em relação à população mundial, sendo a Escócia o país onde a taxa é mais elevada (10%) seguida da Finlândia.

Introdução

A aparência de fenótiporuiva“Não é algo simples porque é uma expressão recessiva.

Isso significa, expresso de forma excessivamente crua, que qualquer fenótipo dominante, como a cor escura dos cabelos, impossibilita a produção dessa tonalidade avermelhada, sendo necessária, portanto, a combinação de ambos os alelos recessivos para que a cor cobre se expressar.

o cabelo avermelhado também é geralmente associado a olhos claros, geralmente verde, naqueles com a referida pigmentação.

Porém, a maioria da população ruiva tem olhos castanhos, necessitando de uma expressão recessiva diferente para atingir esse efeito.

Então, se é estranho encontrar gente ruiva, fazer com quem também tem olhos claros é ainda mais complicado.

É verdade, porém, que na Finlândia e na Escócia isso é mais simples, mas pode ser explicado pelo fato de os alelos recessivos serem abundantes na população dessas regiões.

O "raridade”Ou a raridade com que certas populações encontram ruivas é o que causou essa animosidade contra essas pessoas ao longo da história.

O ser humano frequentemente rejeitou o que é simplesmente "diferente" do comum.

Ainda me lembro de como na escola meus colegas zombavam de uma ruiva de olhos verdes chamada Sofía, simplesmente porque ela era diferente, por causa da cor de cabelo marcante.

A verdade é que sempre fui seduzido por essa diferença, mas aqui fica um mero exemplo do motivo da mania e perseguição de ruivas no passado.

Aquela coisa estranha, estranha, inexplicável, sempre despertou no ser humano atitudes de desprezo e até fobia.

O exemplo das crianças citadas acima mostra isso, visto que são as mais sinceras com seus sentimentos, ainda afastadas de certas convenções e fachadas sociais.

Ruivas na Idade Média

Nos tempos antigos como a idade média, Temporada de fortes contrastes e excesso de ignorância, o diferente era assustador, anormal e, portanto, ia contra a natureza. Contra os desígnios divinos e, portanto, diabólicos.

As ruivas foram, portanto, rotuladas de vis, fruto de sindicatos sujos (frequentemente com súcubos e íncubos), de bruxas e praticantes das artes das trevas, sendo executado em fogueiras públicas em diferentes horários e locais.

O vermelho marcante foi identificado com o fogo, e este com o mal, com o inferno. A isso devemos acrescentar que houve pessoas que se sentiram atraídas por esses homens e mulheres, sendo aquele “provasMais do poder sedutor do mal.

Outro detalhe adicionado a esta injustiça é encontrado no Folclore mitológico judaico. O Cristianismo foi originalmente formado como uma seita do Judaísmo, e dele absorveu muito de sua tradição.

Lilith, a primeira esposa de Adam

Nela, Lilith, a primeira esposa de Adam (antes de Eva) deixou o Éden por iniciativa própria e se estabeleceu perto do Mar Vermelho, juntando-se lá com Asmodeus e com outros demônios, tornando-se assim sua concubina.

A tradição cristã decidiu omitir essas linhas, mas elas sempre estiveram presentes nos conclaves. Esqueci de citar isso Lilith era caracterizada por ser ... sim, ruiva.

Felizmente, estamos em uma era mais civilizada, pelo menos em alguns aspectos, e esses tabus absurdos foram banidos.


Vídeo: OS SEGREDOS DOS CABELOS RUIVOS