Middleton, arthur - História

Middleton, arthur - História

Em 1742, Arthur Middleton nasceu na propriedade de sua família perto de Charleston. Seu pai, dono de numerosas plantações, era um homem excepcionalmente rico e poderoso. Middleton recebeu sua educação em Londres, onde se formou na Universidade de Cambridge e mais tarde estudou direito. Ele voltou para a Carolina do Sul em 1763 e passou a servir como juiz de paz e legislador colonial.

Middleton partiu para viajar pela Europa em 1768, mas se envolveu na causa revolucionária ao retornar em 1771. Ele logo ganhou a reputação de extremista. Ele serviu na primeira e na segunda assembléias provinciais, ajudou na organização de um ataque noturno às lojas públicas de armas e encorajou o alcatrão e a cobertura dos legalistas.

Ele foi escolhido em 1776 para substituir seu pai conservador no Congresso Continental. Em 1778, ele recebeu a oferta de governador da Carolina do Sul, mas ele recusou, pois estava insatisfeito com a constituição aprovada pela legislatura estadual. Devido às ameaças britânicas em sua propriedade entre 1779 e 1770, Middleton não pôde estar presente no Congresso Continental. Em 1780 ele foi capturado enquanto servia na milícia e foi mantido prisioneiro em St. Augustine, Flórida, até julho de 1781.

Após sua libertação, ele retornou ao Congresso e serviu até 1782. Um ano depois, ele se aposentou em sua plantação, mas continuou a estar um tanto envolvido com o legislativo. Em 1787, com a idade de quarenta e quatro anos, ele faleceu. Ele foi enterrado em Middleton Place.


Arthur Middleton

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Arthur Middleton, (nascido em 26 de junho de 1742, perto de Charleston, SC [EUA] - morreu em 1 ° de janeiro de 1787, Goose Creek, SC, EUA), fazendeiro britânico-americano, legislador, signatário da Declaração de Independência e um dos líderes em as controvérsias que levaram à Revolução Americana (1775-83).

Depois de completar sua educação na Inglaterra em vários lugares, incluindo St. John’s College, Cambridge, Middleton retornou à Carolina do Sul em 1763 e foi eleito para a legislatura colonial. Em 1765, ele se tornou juiz de paz do condado de Berkeley e também foi eleito para a legislatura colonial. Em 1775-76, ele foi membro do Conselho de Segurança, um comitê que dirigia a liderança para os preparativos da colônia para a revolução. Ele serviu no comitê legislativo que redigiu a constituição do estado da Carolina do Sul e foi um delegado no Congresso Continental (1776-77), onde assinou a Declaração de Independência.

No cerco de Charleston (1780) ele serviu na milícia, foi feito prisioneiro quando a cidade caiu nas mãos dos britânicos, e foi enviado para Santo Agostinho, Flórida, como prisioneiro de guerra. Depois de ser trocado em julho de 1781, ele foi membro do Congresso Continental (1781-83), da legislatura da Carolina do Sul (1785-1886) e do conselho curador original do College of Charleston.

Este artigo foi revisado e atualizado mais recentemente por Michael Levy, Editor Executivo.


Arthur Middleton

Arthur Middleton era filho de Henry Middleton e nasceu no ano de 1742, na residência de seu pai, em Middleton Place, perto das margens do Ashley.
Na tenra idade de doze anos, ele foi enviado para a célebre escola de Hackney, no bairro de Londres onde, após passar dois anos, foi removido para a escola de Westminster. As vantagens de que desfrutou aqui resultaram em um conhecimento completo dos clássicos gregos e romanos, especialmente no conhecimento dos primeiros, nos quais se diz ter se destacado muito. O gosto que adquiriu pela literatura clássica preservou ao longo da vida, e da indulgência dela derivou um prazer exaltado, perdido nas mentes de um molde mais pesado.
Aos dezoito ou dezenove anos, o jovem Middleton tornou-se membro de uma das faculdades da universidade de Cambridge. Tendo como seus companheiros jovens freqüentemente de hábitos dissipados, muitas vezes ele foi fortemente tentado a entrar em suas loucuras juvenis, mas felizmente escapou do contágio de seus exemplos perniciosos, e dedicou esse lazer ao aperfeiçoamento de sua mente, a qual menos refletindo devotou diversões e indulgência viciosa. Em seu vigésimo segundo ano, ele se formou como bacharel em artes e deixou a universidade com a reputação de um estudioso realizado e um homem moral.
Por meio da liberalidade de seu pai, ele agora podia viajar. Depois de visitar várias partes da Inglaterra, ele seguiu para o continente, onde passou dois anos, principalmente no sul da Europa. Em Roma, ele passou vários meses vendo os vários objetos de gosto proporcionados por aquele lugar antigo e esplêndido. Aqui, ele melhorou muito seu gosto pela música e pintura e até mesmo se tornou bem versado nos princípios da escultura e da arquitetura.
Logo após seu retorno à Carolina do Sul, ele se casou com a filha de Walter Izard, esq. Tendo ainda gosto por viagens, ele, logo após seu casamento, embarcou novamente em uma visita à Europa, acompanhado de sua esposa. Nesta viagem ele visitou muitos lugares na Inglaterra, de onde procedendo para o continente, eles passaram por várias das principais cidades da França e Espanha. Em 1773, o Sr. Middleton mais uma vez retornou à América e agora se estabeleceu nas encantadoras margens do Ashley.
O pai do Sr. Middleton era, nesta época, um homem de grande riqueza, e tanto por ele quanto por sua família, a controvérsia que se aproximava entre a Grã-Bretanha e suas colônias americanas poderia ter sido vista com grande preocupação, não fosse o patriotismo com que eram imbuídos preferiam o bem-estar de seu país, a seus interesses privados. Uma ruptura com a mãe-pátria colocaria necessariamente em risco a riqueza que há muito gozava a família e poderia reduzir essa influência e diminuir os confortos que aquela riqueza naturalmente lhes proporcionava. Mas o que eram isso em comparação com os direitos e liberdades de um país, destinado a abraçar milhões em seu seio? Entre as alternativas apresentadas, não houve espaço para hesitar. Ambos, pai e filho, no espírito que há muito caracterizou a família, se levantaram na defesa dos direitos da América e, "não deixaram um gancho para se colocar em dúvida", que eram patriotas do mais nobre cunho.
Na primavera de 1775, o Sr. Arthur Middleton foi escolhido em um comitê secreto, que recebeu autoridade para colocar a colônia em estado de defesa. No exercício da confiança de que foram acusados, imediatamente apoderaram-se do armazém público de armas e munições e levaram o seu conteúdo para um local seguro.
No mês de junho seguinte, o congresso provincial da Carolina do Sul procedeu à nomeação de um conselho de segurança, composto por treze pessoas. Este conselho, do qual o senhor Middleton era membro, tomou medidas para organizar uma força militar, cujos oficiais receberam comissões por suas mãos e sob suas assinaturas. Entre os membros desse comitê, ninguém exibiu mais atividade ou manifestou maior grau de resolução e firmeza do que Arthur Middleton.
Em fevereiro de 1776, a legislatura provincial da Carolina do Sul nomeou um comitê para preparar e relatar uma constituição, a qual "deve garantir mais eficazmente a paz e a boa ordem na colônia, durante a continuação da disputa com a Grã-Bretanha". Esta tarefa foi atribuída ao Sr. Middleton e dez outros.
Tendo cumprido o dever para a satisfação da assembleia, o Sr. Middleton foi logo depois eleito por aquele órgão um representante da Carolina do Sul no congresso dos Estados Unidos, reunido na Filadélfia. Aqui ele teve a oportunidade de inscrever seu nome na grande carta das liberdades americanas. No final do ano de 1777, o Sr. Middleton abriu mão de sua cadeira no Congresso, e voltou para a Carolina do Sul, deixando para trás, na estimativa dos que estiveram associados a ele nas importantes medidas do congresso, durante o tempo que ele teve. esteve com eles, o caráter de um homem do mais puro patriotismo, de bom senso e resolução inabalável.
Na primavera de 1778, a assembleia da Carolina do Sul procedeu à formação de uma nova constituição, diferindo, em muitos pontos importantes, daquela de 1776. Ao apresentá-la ao governador, John Rutledge, para sua aprovação, aquele cavalheiro recusou-se a concordar com isso. Mas, como ele não embaraçaria a assembléia em quaisquer medidas que eles considerassem conveniente adotar, ele renunciou à cadeira executiva, após a qual a assembléia procedeu por votação secreta novamente para preenchê-la. Na contagem dos votos, verificou-se que o Sr. Middleton foi eleito para o cargo por uma maioria considerável. Mas, tendo pontos de vista semelhantes a respeito da constituição, expressos pelo distinto cavalheiro que havia deixado a cadeira de estado, ele francamente confessou à assembléia que não poderia aceitar conscienciosamente a nomeação, de acordo com a constituição que eles haviam adotado. A franqueza com que confessou seus sentimentos e a excelente integridade do homem, exibida ao recusar uma honra por escrúpulos de consciência, em vez de diminuir seu respeito por ele, contribuíram para aumentá-lo ainda mais na confiança de seus concidadãos. A assembleia procedeu a outra escolha e elegeu o senhor Rawlins Lowndes para preencher a vaga, que sancionou a nova constituição.
Durante o ano de 1779, os estados do sul se tornaram o principal teatro da guerra. Muitas das plantações foram saqueadas arbitrariamente, e as famílias e propriedades dos principais habitantes foram expostas aos insultos e devastações dos invasores. Durante essas cenas de depredação, Middleton Place não escapou. Embora os edifícios tenham sido poupados, eles foram saqueados de todas as coisas valiosas. Os artigos que não podiam ser facilmente transportados foram destruídos arbitrariamente ou gravemente danificados. Entre os feridos, havia uma valiosa coleção de pinturas pertencentes ao Sr. Middleton. Felizmente, na época em que os saqueadores visitaram Middleton Place, a família havia fugido de um dia de viagem para o norte de Charleston.
Sobre o investimento desta última localidade, no ano seguinte, o Sr. Middleton esteve presente, e ativamente engajado na defesa da cidade. Com vários outros na rendição deste lugar, ele foi preso e enviado por mar para St. Augustine, no leste da Flórida, onde foi mantido em confinamento por quase um ano. Por fim, em julho de 1781, ele foi trocado e prosseguiu em um cartel para a Filadélfia. Ao chegar a este último lugar, o governador Rutledge, no exercício da autoridade que lhe foi conferida pela assembleia geral da Carolina do Sul, nomeou-o representante no congresso. Ele foi novamente eleito para este cargo em 1782, mas no mês de novembro daquele ano, ele retornou à Carolina do Sul em uma visita à sua família, da qual ele havia estado separado durante um longo e ansioso período.
Ao assinar as preliminares da paz, o Sr. Middleton recusou aceitar uma cadeira no congresso, preferindo os prazeres da aposentadoria com sua família, a qualquer honra que pudesse ser conferida a ele. Ocasionalmente, porém, aceitou uma cadeira na legislatura estadual, na qual foi muito importante para promover a tranquilidade e a felicidade de seus concidadãos.
A vida do Sr. Middleton foi encerrada em 1º de janeiro de 1787. Sua morte foi ocasionada por uma febre intermitente, que ele contraiu no mês anterior de novembro, por uma exposição imprudente ao clima instável da estação outonal.
Em sua pessoa, o Sr. Middleton era de tamanho comum, simetricamente proporcionado, com traços finos e semblante que expressava firmeza e decisão.


Arthur Middleton

Arthur Middleton era um delegado da Carolina do Sul ao Congresso Continental, um patriota dos Estados Unidos e um signatário da Declaração de Independência.

Arthur Middleton era um delegado da Carolina do Sul ao Congresso Continental, um patriota dos Estados Unidos e um signatário da Declaração de Independência.

Arthur Middleton nasceu em 26 de junho de 1742, filho de Henry Middleton e Mary Baker Williams, ambos de forte formação inglesa. Quando menino, foi educado na Grã-Bretanha em Harrow. Depois, ele estudou em Westminster. Após a formatura, ele continuou seus estudos no Trinity Hall, Cambridge. Mais tarde, ele passou a estudar direito no Middle Temple. Ao descobrir que tinha paixão por aprender, Arthur desejou estudar literatura, música e artes. Ao terminar a faculdade de direito, ele foi estudar no exterior pela Europa.

Em 19 de agosto de 1764, Arthur fez uma pausa nos estudos e se casou com Mary Izard. O feliz casal se estabeleceu na Carolina do Sul no final de 1764. Ao chegar na Carolina do Sul, Arthur Middleton se interessou por política. Seu pai, Henry (um membro do Primeiro Congresso Continental) nunca foi tão radical quanto seu filho Arthur. Ao entrarem no tópico mais popular do século 18, essa diferença causou muitos conflitos em seu relacionamento.

Arthur tornou-se um dos principais membros do Partido Americano na Carolina e membro do Conselho de Segurança. Em 1776, o Congresso estava tentando garantir que todas as colônias votassem a favor da independência. A votação já seria maioria, mas para apresentar uma frente única, a votação precisaria ser unânime. Como tal, alguns dos delegados estavam sendo substituídos por outros menos conservadores. Durante este tempo, Arthur Middleton foi convidado a substituir seu pai no Segundo Congresso Continental e ele assinou a Declaração de Independência. Mais tarde naquele ano, Arthur Middleton e William Henry Drayton também projetaram o Grande Selo da Carolina do Sul.

Durante a guerra, Arthur serviu em Charleston. Em 1780, no entanto, Arthur Middleton foi feito refém junto com Edward Rutledge, também signatário da Declaração, durante a queda de Charleston. Os dois foram presos até que os americanos pudessem negociar por eles no ano seguinte. Eles foram lançados em julho de 1781.

Arthur Middleton morreu em 1º de janeiro de 1787 em sua casa na Carolina do Sul. Ele foi enterrado lá, onde ainda descansa hoje.


A descoberta de Wineland, o Bom: a história da descoberta islandesa da América

Addeddate 2006-08-30 22:04:56 Número de telefone nrlf_ucb: GLAD-117776813 Biblioteca da coleção da câmera 1Ds nrlf_ucb Evidência de direitos autorais A evidência relatada por marcuslucero para o item winelandthegood00reevrich em 31 de julho de 2006 nenhum aviso visível de direitos autorais e data encontrada data indicada é 1890 não publicado pelo governo dos EUA. Não verificou o aviso de renovação nos registros de renovação de direitos autorais. Copyright-proof-date 2006-07-31 23:04:02 Copyright-proof-operator marcuslucero Copyright-region US Externo-identifier urn: oclc: record: 1158336314 Foldoutcount 0 Identifier winelandthegood00reevrich Identifier-ark ark: / 13960 / t2q52fh4c Identifier-bib GLAD-117776813 Lcamid null Ocr ABBYY FineReader 8.0 Openlibrary_edition OL7219121M Openlibrary_work OL177952Wamid 20010_pt_creen_work OL177952Wamid2809088090890890890890 Riscate PIPE 20010_080890_010_pd.

Middleton, arthur - História

Um exame cuidadoso da história da Inglaterra - de sua Magna Charta e Constituição - dos direitos por eles garantidos e da violação grosseira desses direitos em vários períodos mostrará ao leitor por que tantos homens de altas realizações e mentes liberais vieram para America. Enojados com a opressão em casa, eles buscaram a liberdade no exterior. Eles fugiram da perseguição religiosa e política como se fossem uma peste.

A mesma causa que os induziu a deixar sua terra natal os levou a uma ação vigorosa quando a tirania importada invadiu seus privilégios merecidos. A mente de cada homem e mulher que veio a este asilo de oprimidos em nome da liberdade estava tão bem preparada para enfrentar a crise da Revolução quanto os nossos cidadãos nativos. Os sentimentos criados pelas lembranças das injúrias que os expulsaram da metrópole tornavam-nos oponentes formidáveis ​​das pretensões injustas da coroa, como aqueles que nunca respiraram a atmosfera da Europa. Ao traçar nossa própria história até os primeiros assentamentos, encontramos lutas frequentes entre o povo e os oficiais enviados pelo rei para governá-los - os primeiros reivindicando seus direitos inerentes - os últimos freqüentemente os infringindo. Finalmente chegou a hora em que a paciência não era mais uma virtude.

Entre aqueles que defenderam a causa dos direitos inalienáveis ​​em um período inicial estava Edward Middleton, o bisavô do jovem Arthur. Ele veio da Inglaterra para S. C. perto do final do século XVII. Ele deixou um filho, Arthur, que absorveu as visões liberais de seu pai. Em 1719, ele encabeçou uma oposição que ousadamente exigiu e obteve a remoção dos insolentes oficiais da coroa então no poder. Ele deixou um filho, Henry, um da mesma espécie que foi o pai do tema deste esboço e teve um papel ativo no início da Revolução ao despertar seus concidadãos para a ação.

Seu filho Arthur nasceu em Middleton, às margens dos rios Ashley S. C., em 1743. Sua mãe era filha do Sr. Williams, um fazendeiro rico e era fiel aos filhos. Ela viveu até 1814, estimada em vida - lamentada na morte. Arthur era o filho mais velho e recebeu as melhores vantagens de uma educação infantil. Com a idade de doze anos foi colocado no célebre seminário de Hackney, perto de Londres, e dois anos depois ingressou na escola clássica de Westminster. Sua indústria era incessante - sua conduta irrepreensível. Aos dezoito anos ele se tornou um estudante na Universidade de Cambridge e aos vinte e dois se formou. Ele era um estudioso profundo e imaculado em sua moral. Divertimentos triviais e dissipação não tinham nenhum encanto para ele. Embora generosamente suprida com economia de dinheiro fosse um princípio governante, a sabedoria seu guia constante. Os estudantes de nosso país farão bem em imitar seu exemplo. Após a conclusão de sua educação, ele fez uma turnê pela Europa. Familiarizado com os clássicos gregos e romanos, teve grande prazer em visitar os antigos centros de estudos. Ele era bem versado em todos os aspectos técnicos da escultura e da arquitetura e tinha um gosto requintado pela poesia, música e pintura. Ele anotou tudo o que viu - melhorado por tudo o que aprendeu.

Depois de viajar por dois anos, ele voltou para sua casa natal e para o seio de sua família e amigos. Completada sua educação, ele deu o próximo passo sábio de um jovem prestes a iniciar um negócio e se casou com uma filha de Walter Izard. No ano seguinte, o feliz casal visitou seus parentes na Inglaterra - passou algum tempo na França e na Espanha - voltou em 1773 e tomou posse da velha mansão paterna que seu pai lhe havia transmitido, colocando-o em condições prósperas.

Possuidor de uma mente observadora, seu conhecimento da política inglesa e dos princípios da monarquia era de ordem superior. Os efeitos dessa política e desses princípios foram dolorosamente visíveis em todas as colônias americanas. Embalado no berço do patriotismo por seu pai - traçando suas linhas justas na história de sua genealogia - LIBERTY era para ele um herdeiro-tear. Tudo ao seu redor impulsionou seu curso em direção ao objetivo da liberdade. Ele corajosamente esposou a causa do povo que é uniformemente a causa do CERTO. Os Middletons eram o núcleo da oposição à tirania na Carolina do Sul. Sua influência alcançou toda a província. Embora rica, a aristocracia não encontrou lugar de descanso com eles. Eles eram republicanos de primeira linha. Eles livre e prontamente prometeram vida, fortuna e honra em nome da liberdade racional.

Arthur Middleton estava entre os vários comitês do povo para criar meios de segurança. Ele fez parte do comitê de cinco que decidiu recorrer às armas e conduziu o povo para a revista real, que removeu os depósitos em desafio às ameaças e rosnados do leão britânico. Isso ocorreu no dia 17 de abril de 1775. No dia 14 de junho seguinte, o Congresso provincial nomeou um Comitê de Segurança composto por treze, dos quais Arthur Middleton era um. Esse comitê estava totalmente autorizado a organizar uma força militar e adotar as medidas que pudessem parecer mais convenientes para deter a louca carreira dos monarquistas.

Durante a sessão do primeiro Congresso provincial da Carolina do Sul, Lord William Campbell, o novo governador, chegou fresco da casa da moeda britânica. Ele deveria reduzir os rebeldes com um golpe ousado. No início, ele foi todo moderado e não pretendeu justificar as opressões de que o povo se queixava. Para provar a insinceridade da qual o Sr. Middleton acreditava ser culpado, Adam McDonald, um membro do Conselho, foi apresentado a ele como um conservador do país superior que parecia ansioso para que os rebeldes fossem derrotados. O governador pediu que ele ficasse quieto por um curto período de tempo, pois as tropas logo chegariam para colocar um silêncio nas novas autoridades. Quando este relatório foi levado ao conhecimento do Conselho, o Sr. Middleton propôs que o governador fosse preso, embora quase fosse seu parente por casamento. Seus colegas eram tímidos demais para tal medida, mas sua coragem aumentou tão rapidamente que sua excelência logo se retirou a bordo de um saveiro de guerra para evitar a fúria popular. Em poucos dias, Sir Henry Clinton e Sir Peter Parker chegaram com uma frota armada e tropas para fazer cumprir a autoridade de Lord Campbell e ensinar a paz aos rebeldes. Um ataque imediato foi feito em Fort Moultrie, que foi um fracasso perfeito. O governador foi ferido e Sir Peter teve a parte inferior de seus não mencionáveis ​​de seda gravemente mutilada por uma bala de canhão rebelde não polida.

Em 11 de fevereiro de 1776, o Sr. Middleton foi um dos comitês que elaborou a primeira constituição de seu estado natal. Logo depois, ele foi eleito para o Congresso Continental e se tornou um membro conspícuo. Ele corajosamente defendeu e com sua assinatura sancionou a adoção da Declaração da Independência. Ele usou apenas algumas palavras no debate, apresentando brevemente os pontos fortes do assunto em discussão. Ele sempre foi ouvido com atenção e teve grande influência. Ele estava à frente da delegação de seu Estado. Ele exemplificou forte senso comum - cuidando dos negócios de seus constituintes e do bem de seu país. Ele era um amigo íntimo de John Hancock, que o estimava muito.

Em 1778 foi eleito governador de seu estado natal sem seu conhecimento, conselho ou consentimento. O modo de eleição era pelo legislativo e voto secreto. Caucuses, isolados com intriga e corrupção, eram então desconhecidos. O amor à liberdade e à pátria, exemplificado pelos atos dos homens livres, eram todas as "promessas" exigidas. Ele se recusou a aceitar o cargo pela razão de que uma constituição não estava diante da legislatura tão republicana quanto ele desejava e, se adotada, exigia o consentimento do executivo. Acreditando que seria sancionado e poderia ser corrigido em algum momento futuro, ele preferiu não se colocar no caminho. Rawlin Lowndes foi então eleito quem aprovou a constituição em 19 de março de 1778.

A honestidade política foi um traço marcante no caráter de Arthur Middleton. Nenhum incentivo poderia desviá-lo do caminho da retidão e do dever. Ele pesou medidas, homens e coisas na balança infalível da justiça. Ele não ia com nenhum homem, a menos que acreditasse que estava claramente certo. Ele era sólido no âmago. Sua mente era pura e livre como o ar da montanha - seus propósitos eram nobres, ousados ​​e patrióticos. Em 1779, quando as tropas britânicas estavam devastando S. Carolina, ele entrou em campo com o governador Rutledge e suportou alegremente as privações do campo. No ataque a Charleston pelo Gen. Provost, ele manifestou grande frieza e coragem. Sua família foi expulsa pelo inimigo destruidor e sua propriedade saqueada. Várias pinturas valiosas foram mutiladas da maneira mais vergonhosa. Na rendição de Charleston em 1780, ele estava entre os prisioneiros enviados ao castelo espanhol em St. Augustine, Flórida, e corajosamente suportou as indignidades covardes impostas aos americanos. Em julho de 1781, uma troca geral de prisioneiros ocorreu quando ele retornou à Filadélfia. Ele foi novamente eleito para o Congresso e retomou as importantes funções da legislação. Logo depois disso, o último ato importante da tragédia revolucionária foi encerrado em Yorktown, onde os Heróis do palco revolucionário levaram um benefício final às custas do orgulho britânico e da ambição real. Com a rendição de Lord Cornwallis, a última esperança da coroa na América expirou em todas as agonias da mortificação.

Em 1782, o Sr. Middleton foi novamente devolvido ao Congresso, onde continuou até novembro, quando voltou para sua casa há muito abandonada. Ele se recusou a permanecer no Congresso para servir ao seu próprio estado. Ele fez muito para restaurar a ordem, a harmonia e a estabilidade no novo governo da Carolina do Sul. Ele foi várias vezes membro do Legislativo dela e usou seus melhores esforços para aumentar a prosperidade dela. A intervalos, ele melhorava sua plantação desolada e esperava anos de felicidade doméstica. Mas, infelizmente! quão incertas são todas as coisas sublunares. No outono de 1786, ele foi atacado com uma febre intermitente que terminou em doença grave e causou sua morte no primeiro dia de janeiro de 1787, deixando uma esposa, dois filhos e seis filhas de luto por sua perda irreparável. Ele foi profundamente lamentado pela nação em geral. Ele era tido em grande veneração por todos os amigos da liberdade no país. Ele só precisava ser conhecido para ser amado e admirado. Ele era um consolo para seus amigos, uma luz brilhante na causa da liberdade, um ornamento para a sociedade, um homem bom e honesto. Os exemplos de tal homem são epístolas vivas, dignas de serem conhecidas e lidas por todos os que desejam a felicidade de nosso amado país e a perpetuidade de nossa gloriosa UNIÃO.


Origens do clã Editar

Embora existam várias terras na Escócia com o nome de Middleton, acredita-se que a família tenha herdado o nome daqueles próximos a Laurencekirk em Kincardineshire. [3] Estas terras foram confirmadas por uma carta de Guilherme, o Leão (c. 1142 - 4 de dezembro de 1214). [3] Em 1296, Humfrey de Middleton de Kincardyn apareceu no Ragman Rolls prestando homenagem a Eduardo I da Inglaterra. [3] Robert de Middleton foi feito prisioneiro no Castelo de Dunbar no mesmo ano. [3]

Edição do século 17

A família Middleton ganhou destaque no século XVII. [3] John Middleton, filho de Middleton de Coldham, foi um soldado profissional que serviu ao rei da França, no Regimento de Hepburn. [3] Em 1642 ele retornou à Escócia e apoiou os oponentes de Carlos I da Inglaterra. [3] Em primeiro lugar, como comandante de cavalaria e depois como general. [3] Middleton estava com David Leslie, a cavalaria do 1º Lord Newark quando eles surpreenderam e derrotaram James Graham, 1º Marquês de Montrose na Batalha de Philiphaugh em 1645, perseguindo-o para o norte. [3] Middleton também negociou os termos quando Carlos I se rendeu para que Montrose levasse o navio para o continente. [3] Middleton mais tarde juntou forças com James Hamilton, primeiro duque de Hamilton em uma tentativa de resgatar o rei em 1648, mas foi feito prisioneiro após a Batalha de Preston. [3] Mais tarde, ele escapou e se juntou aos monarquistas apenas para ser ferido e capturado novamente na Batalha de Worcester em 1651. [3] Ele foi julgado por traição, mas novamente escapou e se juntou ao levante de Glencairn, apenas para ser derrotado por George Monck, primeiro duque de Albemarle, foi para o exílio novamente no continente. [3] Na Restauração, Carlos II da Inglaterra o criou conde de Middleton, bem como Lord Clermont e Fettercarin. [3] Mais tarde, ele também foi nomeado Lorde Alto Comissário do Parlamento da Escócia e Governador de Tânger em 1667, onde morreu. [3] Seu único filho foi Carlos, o segundo e último conde de Middleton que foi embaixador na corte imperial de Viena e secretário de Estado da Escócia. [3] Carlos não aprovou as ações de Jaime II da Inglaterra e VII da Escócia, mas não apoiou a Revolução Gloriosa de 1688 ou a subseqüente ascensão da Rainha Maria e Guilherme de Orange, fugindo para a França. [3] Seus filhos foram capturados tentando uma invasão da Escócia com tropas francesas e foram posteriormente enviados para a Torre de Londres, mas depois liberados. [3] O título foi então perdido e nunca restaurado. [3]

Edição do século 20

Sir Thomas Middleton, de Rosefarm, foi um distinto agricultor e vice-diretor geral do Departamento de Produção de Alimentos durante a Primeira Guerra Mundial. [3] Ele foi nomeado Membro da Royal Society em 1936. [3]


Middleton, arthur - História

Arthur Middleton nasceu em 26 de junho de 1742 na propriedade de sua família, Middleton Place, perto de Charleston, S.C. Ele foi educado na Inglaterra e, ao retornar para a Carolina do Sul, tornou-se ativo na política local. Middleton foi eleito para a Câmara da Assembleia colonial em 1764 serviu até 1768 e, após uma ausência de quatro anos, foi reeleito para a Câmara em 1772. Ele sentou-se no primeiro congresso provincial e serviu no comitê secreto de cinco pessoas que organizou e dirigiu a apreensão de pólvora e armas dos depósitos públicos de Charleston na noite de 21 de abril de 1776. Em 14 de junho, tornou-se membro do primeiro Conselho de Segurança, que assumiu o poder executivo da colônia.

Em 11 de fevereiro de 1776, Middleton foi nomeado para um comitê de 11 para redigir uma constituição para a Carolina do Sul. Poucos dias depois, foi eleito para o Congresso Continental e, ainda mais tarde, assinou a Declaração de Independência em nome da Carolina do Sul. Ele continuou servindo no Congresso até outubro de 1777. Embora tenha sido reeleito mais três vezes entre 1778 e 1780, Middleton não serviu realmente no Congresso durante esses anos.

Durante o cerco de Charleston em 1780, Middleton era membro da milícia. Ele foi feito prisioneiro quando os britânicos capturaram a cidade e foi enviado para St. Augustine, Flórida, como prisioneiro de guerra. Ele foi trocado em julho de 1781 e participou da sessão do Congresso de 1782. Após o fim da guerra, Middleton se dedicou a administrar sua plantação. Ele morreu em Goose Creek, S.C., em 1º de janeiro de 1787.

(AP-55: dp. 18.000 1. 489 'b. 69'9 "dr. 27'4" s. 18,4 k. 530 a. 4 3 ", 4 40 mm., 10 20 mm. Cl. Arthur Middleton T. C3 )

O Cometa Africano foi estabelecido sob um contrato da Comissão Marítima (casco MC 106) em 1 de julho de 1940 em Pascagoula, Mississippi, pela Ingalls Shipbuilding Corp. lançado em 28 de junho de 1941, patrocinado pela Srta. Mary Maud Farrell adquirido pela Marinha da América do Sul African Lines, Inc., em 6 de janeiro de 1942 renomeado Arthur Middleton (AP-55) em 7 de janeiro de 1942 convertido para o serviço naval pela Union Iron Works, San Francisco, Califórnia, e comissionado em 7 de setembro de 1942, Comdr. P. K. Perry, USCG ry, U, no comando.

Tripulado por uma tripulação combinada da Guarda Costeira e da Marinha, o transporte realizou um treinamento de shakedown em San Diego, Califórnia, e navegou para as Ilhas Aleutas em 23 de dezembro. Ela chegou a Amchitka em 12 de janeiro de 1943 e, mais tarde naquele dia, levou a bordo 175 sobreviventes de Worden (DD-352), que encalhou e quebrou durante a cobertura do transporte durante o desembarque de suas tropas. No entanto, antes que o dia terminasse, a própria Arthur Middleton encalhou depois de arrastar a âncora. Salvage operations involved completely unloading, tasting and removing the rocks from under
the ship's port side, and patching the holes which they had pierced in her hull. During this work, Arthur Middleton's boats operated in Amchitak harbor unloading supply ships and moving Army barges. On eight different occasions, the grounded ship repulsed enemy float-plane attacks and was straddled by four bombs.

While in Alaskan waters, Arthur Middleton was reclassified an attack transport and redesignated APA-25 on 1 February 1943. The ship was finally refloated and got underway on 9 April in tow of Ute (AT-76) and Tatnuck (AT-27) for Dutch Harbor, Unalaska. There, work making temporary repairs continued through 17 June. She was then towed by the merchant ship James Griffiths and Cree (AT-84) to the Pu et Sound Navy Yard, Bremerto Wash h., for correction of the damage Arthur Middleto parted Seattle, Wash., on 6 September, bound for New Zealand. She arrived at Wellington on 12 October, via Suva, Fiji Islands. The ship took on marines and cargo and sailed to Efate, New Hebrides, for staging operations. She then steamed to the Gilbert Islands for the landings on Tarawa on 20 November. The ship remained off that bitterly contested atoll debarking troops and taking casualties on board until the 29th, when she got underway for Hawaii.

On 7 December, Arthur Middleton reached Pearl Harbor and began training operations. She sortied from Oahu on 23 January 1944 with Task Group (TG) 51.1, carrying marine reserves for the assault on the Marshall Islands. The transport remained in waters east of Kwajalein Atoll from 31 January through 15 February awaiting orders to disembark her troops but, as part of the reserve force, they were not needed. During her time steaming off Kwajalein, she provided stores and fresh water to destroyers and smaller vessels, dispatched her boats on various assignments, and repaired damaged boats. On 15 February, Arthur Middleton sailed with the task group charged with invading Eniwetok.

Arriving off that atoll on the 17th, Arthur Middleton landed assault troops on Engebi Island and unloaded her cargo as needed by forces ashore. Two days later, she took marines on board for an assault on Parry Island. The landing there took place on the 21st and 22d and, the next day, the ship sailed for Pearl Harbor with American casualties and Japanese prisoners of war embarked. She paused en route at Kwajalein on the 26th to embark more troops and then resumed her voyage to Hawaii, arriving at Pearl Harbor on 8 March.

The attack transport held training exercises off Hawaii through late May. On the 30th, she sailed with TG 52.3 for the invasion of the Marianas. The ship arrived off Saipan on 15 June and debarked her passengers later that day at Charan Kanoa. She then began taking casualties on board while unloading her cargo. Although there were frequent air raid alerts during these operations, no Japanese planes came within range of the transport

Tins. She departed Saipan on 23 June, stopped at Eniwetok and Tarawa to pick up Army troops and Japanese prisoners, and continued on to Pearl Harbor where she arrived on 9 July.

After disembarking her passengers, she began the first of two voyages between San Diego and Hilo, Hawaii, carrying troops and equipment between the two points. At the end of these shuttle runs, the transport sailed for the Admiralty Islands. She arrived at Manus on 3 October and began preparations for the long awaited operations to liberate the Philippine Islands. On 14 October, Arthur Middleton sortied with TG 79.2 and arrived in Leyte Gulf on the 20th. The ship remained in the area unloading troops until 24 October, when she headed for Hollandia, New Guinea.

The attack transport returned to Leyte on 14 November, carrying personnel and supplies from Hollandia and Morotai, Netherlands East Indies. The next day, she sailed back to New Guinea and conducted training exercises in conjunction with Marine Corps units. On 31 December, the ship sailed with TG 79.4 for the invasion of Luzon and arrived in the transport area in the Linga en Gulf on 9 January 1945 and landed her troops in the face of enemy air attack. During the operation, fifteen members of her crew were wounded by flying shrapnel from the guns of other vessels firing at the Japanese planes. The transport left Lingayen Gulf later that day to take on more supplies at Leyte and returned to Lingayen Gulf on 27 January.

During February and early March, Arthur Middleton carried out training exercises at Guadalcanal. On 16 March, the transport sailed with TG 53.1 for Ulithi, where staging operations were held for the Ryukyu campaign. The ship discharged troops and cargo at Okinawa during the first five days of April and then returned via Saipan to Pearl Harbor. She was routed on to the west coast and arrived at San Pedro, Calif., on 30 April to begin a period of overhaul.

While the ship was still in the yard, Japan capitulated on 14 August 1945. The repair work was completed on 4 September, and Arthur Middleton was assigned to duty transporting relief forces to the Philippines and returning veterans to the United States. By the end of 1945, the ship had made two voyages to the Philippines. In January 1946, she underwent repairs at Terminal Island, Calif. Following the detachment of her Coast Guard personnel, Arthur Middleton was transferred to the Naval Transportation Service on 1 February 1946.

During the next four months, the transport made six roundtrips between San Francisco and Pearl Harbor. She then steamed through the Panama Canal and continued on to Norfolk, Va., where she arrived on 19 July 1946. The ship was placed out of commission at Norfolk on 21 October 1946 and placed in the Atlantic Reserve Fleet. At the end of a dozen years in reserve, her name was struck from the Navy list on 1 October 1958 and the ship was transferred to the Maritime Administration for layup in the James River. She was placed in the National Defense Reserve Fleet on 3 March 1959. The vessel was sold on 9 M 1973 to the Consolidated Steel Corp., Brownsville, Tex.,
and was later scrapped.

Arthur Middleton won six battle stars for her World War II service.


Arthur Middleton

Ближайшие родственники

About Arthur Middleton, Signer of “the Declaration of Independence”

Arthur Middleton (June 26, 1742–January 1, 1787), of Charleston, South Carolina, was a signer of the Declaration of Independence.

Henry Middleton (1717 - 1784) President of the Continental Congress

Mary Baker Williams Middleton (1721 - 1761)

Mary Izard (1747-1814) married Arthur Middleton

Children of Mary Izard and Arthur Middleton are:

i. Henry A. Middleton , Gov was born 28 Sep 1770 in London, England. see "Hist of Beaufort Co" p378, and died 14 Jun 1846 in Charleston, SC - lived at Middleton Place.

ii. Maria Henrietta Middleton was born 13 Aug 1772 in dau of Dec Signer, 1st wife, and died 14 Jan 1791 in SC - effects of second miscarriage. She married Joseph Manigault ,Barrister,Planter 25 Nov 1788 in Middleton Place, Ashley River, SC- no issue, son of Peter Manigault , The Speaker and Elizabeth Wragg. He was born 19 Oct 1763 in Charleston, SC -memb. Middle Temple, London, and died 5 Jun 1843 in 350 Meeting St, Charleston, SC see No. 91, p 109.

iii.žliza Carolina Middleton was born 6 Oct 1774, and died 7 Feb 1792 in unmarried.

iv.žmma Philadelphia Middleton was born 22 Oct 1776 in "South Carolina Genealogies" Vol 3, p148, and died 1 May 1813.

v.šnna Louisa Middleton was born 1778, and died 1819 in Grosvenor Square, London, England.

vi. Isabella Johannes Middleton was born 25 Nov 1780 in dau of Dec Signer, and died 25 Aug 1865 in Athens, GA.

viii. John Izard Middleton was born 13 Aug 1785 in Middleton Place, near Charleston, SC, and died 5 Oct 1849 in Paris, France. He married Eliza Augusta Falconet 11 Jun 1810 in had issue, daughter of Theodore de Palazieu Falconet.

Middleton-Pinckney-Rutledge-Laurens family of South Carolina

Note: This is just one of 686 family groupings listed on The Political Graveyard web site. These families each have three or more politician members, all linked together by blood, marriage or adoption.

Middleton Family Archives (primary source material) have been donated to the Genealogy Room, Charleston, SC County Library, link here:

Arthur Middleton was educated in Britain, at Westminster School, London, and St John's College, Cambridge. He studied law at the Middle Temple and traveled extensively in Europe where his taste in literature, music, and art was developed and refined. In 1764 Arthur and his bride Mary Izard settled at Middleton Place. (His wife was a cousin of South Carolina Congressman Ralph Izard likewise a son of Congressman Izard was married to a niece of Arthur Middleton, and another son married Arthur's daughter Emma). Keenly interested in Carolina politics, Arthur Middleton was a more radical thinker than his father, Henry Middleton. He was a leader of the American Party in Carolina and one of the boldest members of the Council of Safety and its Secret Committee. In 1776, Arthur was elected to succeed his father in the Continental Congress and subsequently was a signer of the Declaration of Independence. Also in 1776 he and William Henry Drayton designed the Great Seal Of South Carolina. Despite the time he spent in England, his attitude toward Loyalists was said to be ruthless.

During the American Revolutionary War, Arthur served in the defense of Charleston. After the city's fall to the British in 1780, he was sent as a prisoner of war to St. Augustine, Florida (along with Edward Rutledge), until exchanged in July the following year.

Arthur died on January 1, 1787 at the age of 44. He was buried in the family tomb in the Gardens at Middleton Place. The plantation then passed to Henry, his eldest son, who went on to a career in politics. He was elected Governor of South Carolina (1810�), U.S. Representative (1815�), and held the post of Minister to Russia (1820�).

Arthur Middleton (June 26, 1742–January 1, 1787), of Charleston, South Carolina, was a signer of the Declaration of Independence.

His parents were Henry Middleton and Mary Baker Williams.[1] He was educated in Britain, at Westminster School, Hackney, and Trinity Hall, Cambridge. He studied law at the Middle Temple and traveled extensively in Europe where his taste in literature, music, and art was developed and refined. In 1764 Arthur and his bride Mary Izard settled at Middleton Place. (His wife was a cousin of South Carolina Congressman Ralph Izard likewise a son of Congressman Izard was married to a niece of Arthur Middleton, and another son married Arthurs daughter Emma). Keenly interested in Carolina politics, Arthur Middleton was a more radical thinker than his father, Henry Middleton. He was a leader of the American Party in Carolina and one of the boldest members of the Council of Safety and its Secret Committee. In 1776, Arthur was elected to succeed his father in the Continental Congress and subsequently was a signer of the Declaration of Independence. Also in 1776 he and William Henry Drayton designed the Great Seal Of South Carolina. Despite the time he spent in England, his attitude toward Loyalists was said to be ruthless.

During the American Revolutionary War, Arthur served in the defense of Charleston. After the city's fall to the British in 1780, he was sent as a prisoner of war to St. Augustine, Florida (along with Edward Rutledge), until exchanged in July the following year.

Arthur died on January 1, 1787 at the age of 44. He was buried in the family tomb in the Gardens at Middleton Place. The plantation then passed to Henry, his eldest son, who went on to a career in politics. He was elected Governor of South Carolina (1810-1812), U.S. Representative (1815-1819), and held the post of Minister to Russia (1820-1830).

The United States Navy ship, USS Arthur Middleton (AP-55/APA-25), was named for him.

He was related to three Confederate Generals:

He was an ancestor of Baldur von Schirach, one time leader of the Hitler Youth and later Governor ("Gauleiter" or "Reichsstatthalter") of the Reichsgau Vienna who was convicted of "crimes against humanity" at the Nuremberg Trials, through Baldur Von Schirach's mother Emma Middleton Lynah Tillou (1872 - 1944).

==============================================================================Arthur Middleton

Arthur Middleton was the son of Henry Middleton, and was born in the year 1742, at the seat of his father, at Middleton Place, near the banks of the Ashley.

Source: Rev. Charles A. Goodrich Lives of the Signers to the Declaration of Independence. New York: William Reed & Co., 1856. Pages 447-451. (Some minor spelling changes may have been made.) http://colonialhall.com/middleton/middleton.php

Birth: Jun. 26, 1742 Charleston County South Carolina, USA Death: Jan. 1, 1787 Charleston County South Carolina, USA

Signer of the Declaration of Independence from South Carolina. Born at Middleton Place, a plantation near Charleston, South Carolina to a wealthy family. His father, Henry Middleton, owned more than twenty plantations covering 50,000 acres (about 8 square miles) with more than 800 slaves. At age 12, he was sent to England, where he attended school and studied law. He returned home just before Christmas 1763, and the next year, married Mary Izard, with whom he would have nine children. In 1765, he was elected to the South Carolina legislature. A patriot leader early in the cause, he became a founding member of the South Carolina Council of Safety, and a vocal opponent of the Tories, those who supported Great Britain. In 1774, his father, Henry Middleton, was sent to the First Continental Congress, briefly serving as its president. Citing health reasons, Henry turned down a reappointment, and his son, Arthur, was elected to replace him. An ardent patriot, he had no problem with voting for independence and readily signed the Declaration. After a year with the Congress, he returned home to continue to help manage his parent’s estates. He was elected as a delegate to the Congress in 1778, 1779, and 1780, but refused to take a seat, remaining at home. When the British attacked Charleston, SC, in 1780, Arthur Middleton joined the Army to defend the city. When the British captured the city, Middleton was taken prisoner, along with Edward Rutledge and Thomas Heyward, Jr, two other signers of the Declaration of Independence. Middleton was imprisoned in Florida, while the British Army plundered his family estates and carried off over 200 slaves, which they sold in the British West Indies. During her husband’s imprisonment, Mary Izard Middleton had to beg help from the British to care for her children. In 1781, Arthur returned to his home and repaired the damage to the plantation. He was selected as a delegate to the Congress of the Confederation in 1781. On New Year’s Day, 1787, he died at the age of 44. (bio by: Kit and Morgan Benson)

Burial: Middleton Place Gardens and Tomb Charleston Dorchester County South Carolina, USA

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Maintained by: Find A Grave Record added: Apr 28, 1998 Find A Grave Memorial# 2810

The youngest signer of the Declaration of Independence from Great Britain. Signer of Declaraion of Independence Signed Declaration of Independence Arthur Middleton (June 26, 1742–January 1, 1787), of Charleston, South Carolina, was a signer of the Declaration of Independence.

Henry Middleton (1717 - 1784) President of the Continental Congress

Mary Baker Williams Middleton (1721 - 1761)

Mary Izard (1747-1814) married Arthur Middleton

Children of Mary Izard and Arthur Middleton are:

eu. Henry A. Middleton , Gov was born 28 Sep 1770 in London, England. see "Hist of Beaufort Co" p378, and died 14 Jun 1846 in Charleston, SC - lived at Middleton Place.

ii. Maria Henrietta Middleton was born 13 Aug 1772 in dau of Dec Signer, 1st wife, and died 14 Jan 1791 in SC - effects of second miscarriage. She married Joseph Manigault ,Barrister,Planter 25 Nov 1788 in Middleton Place, Ashley River, SC- no issue, son of Peter Manigault , The Speaker and Elizabeth Wragg. He was born 19 Oct 1763 in Charleston, SC -memb. Middle Temple, London, and died 5 Jun 1843 in 350 Meeting St, Charleston, SC see No. 91, p 109.

iii. Eliza Carolina Middleton was born 6 Oct 1774, and died 7 Feb 1792 in unmarried.

4. Emma Philadelphia Middleton was born 22 Oct 1776 in "South Carolina Genealogies" Vol 3, p148, and died 1 May 1813.

v. Anna Louisa Middleton was born 1778, and died 1819 in Grosvenor Square, London, England.

vi. Isabella Johannes Middleton was born 25 Nov 1780 in dau of Dec Signer, and died 25 Aug 1865 in Athens, GA.

vii. Septima Sexta Middleton was born 25 Oct 1783, and died 1865 in Nashville, TN. She married Henry Middleton Rutledge? 1800. He was born ABT. 1775. viii. John Izard Middleton was born 13 Aug 1785 in Middleton Place, near Charleston, SC, and died 5 Oct 1849 in Paris, France. He married Eliza Augusta Falconet 11 Jun 1810 in had issue, daughter of Theodore de Palazieu Falconet.

Middleton-Pinckney-Rutledge-Laurens family of South Carolina

Note: This is just one of 686 family groupings listed on The Political Graveyard web site. These families each have three or more politician members, all linked together by blood, marriage or adoption.

Middleton Family Archives (primary source material) have been donated to the Genealogy Room, Charleston, SC County Library, link here:

Arthur Middleton was educated in Britain, at Westminster School, London, and St John's College, Cambridge. He studied law at the Middle Temple and traveled extensively in Europe where his taste in literature, music, and art was developed and refined. In 1764 Arthur and his bride Mary Izard settled at Middleton Place. (His wife was a cousin of South Carolina Congressman Ralph Izard likewise a son of Congressman Izard was married to a niece of Arthur Middleton, and another son married Arthur's daughter Emma). Keenly interested in Carolina politics, Arthur Middleton was a more radical thinker than his father, Henry Middleton. He was a leader of the American Party in Carolina and one of the boldest members of the Council of Safety and its Secret Committee. In 1776, Arthur was elected to succeed his father in the Continental Congress and subsequently was a signer of the Declaration of Independence. Also in 1776 he and William Henry Drayton designed the Great Seal Of South Carolina. Despite the time he spent in England, his attitude toward Loyalists was said to be ruthless.

During the American Revolutionary War, Arthur served in the defense of Charleston. After the city's fall to the British in 1780, he was sent as a prisoner of war to St. Augustine, Florida (along with Edward Rutledge), until exchanged in July the following year.

Arthur died on January 1, 1787 at the age of 44. He was buried in the family tomb in the Gardens at Middleton Place. The plantation then passed to Henry, his eldest son, who went on to a career in politics. He was elected Governor of South Carolina (1810�), U.S. Representative (1815�), and held the post of Minister to Russia (1820�).

Arthur Middleton (June 26, 1742–January 1, 1787), of Charleston, South Carolina, was a signer of the Declaration of Independence.

His parents were Henry Middleton and Mary Baker Williams.[1] He was educated in Britain, at Westminster School, Hackney, and Trinity Hall, Cambridge. He studied law at the Middle Temple and traveled extensively in Europe where his taste in literature, music, and art was developed and refined. In 1764 Arthur and his bride Mary Izard settled at Middleton Place. (His wife was a cousin of South Carolina Congressman Ralph Izard likewise a son of Congressman Izard was married to a niece of Arthur Middleton, and another son married Arthurs daughter Emma). Keenly interested in Carolina politics, Arthur Middleton was a more radical thinker than his father, Henry Middleton. He was a leader of the American Party in Carolina and one of the boldest members of the Council of Safety and its Secret Committee. In 1776, Arthur was elected to succeed his father in the Continental Congress and subsequently was a signer of the Declaration of Independence. Also in 1776 he and William Henry Drayton designed the Great Seal Of South Carolina. Despite the time he spent in England, his attitude toward Loyalists was said to be ruthless.

During the American Revolutionary War, Arthur served in the defense of Charleston. After the city's fall to the British in 1780, he was sent as a prisoner of war to St. Augustine, Florida (along with Edward Rutledge), until exchanged in July the following year.

Arthur died on January 1, 1787 at the age of 44. He was buried in the family tomb in the Gardens at Middleton Place. The plantation then passed to Henry, his eldest son, who went on to a career in politics. He was elected Governor of South Carolina (1810-1812), U.S. Representative (1815-1819), and held the post of Minister to Russia (1820-1830).

The United States Navy ship, USS Arthur Middleton (AP-55/APA-25), was named for him.

He was related to three Confederate Generals:

  • A son-in-law Daniel Elliot Huger Jr was an uncle of Confederate General Benjamin Huger
  • A granddaughter of Daniel Elliott Huger Jr <1779-1854>named Mary Procter Huger <1833-1893) was the wife of South Carolina Confederate General Arthur Middleton Manigault (1824-1886)-a grandson of Arthur Middleton's sister Hester Middleton and South Carolina Lt. Gov. Charles Drayton. Note Charles Drayton was a brother of S.C. Congressman William Henry Drayton.
  • A cousin twice removed, Alica Middleton, was married to Confederate General Roswell Sabine Ripley.

He was an ancestor of Baldur von Schirach, one time leader of the Hitler Youth and later Governor ("Gauleiter" or "Reichsstatthalter") of the Reichsgau Vienna who was convicted of "crimes against humanity" at the Nuremberg Trials, through Baldur Von Schirach's mother Emma Middleton Lynah Tillou (1872 - 1944).

=======================================================================Arthur Middleton

Arthur Middleton was the son of Henry Middleton, and was born in the year 1742, at the seat of his father, at Middleton Place, near the banks of the Ashley.

At the early age of twelve years, he was sent to the celebrated school of Hackney, in the neighborhood of London whence, after spending two years, he was removed to the school of Westminster. The advantages which he here enjoyed resulted in a thorough acquaintance with the Greek and Roman classics, especially in a knowledge of the former, In which he is said to have greatly excelled. The taste which he acquired for classical literature he preserved through life, and from the indulgence of it derived an exalted pleasure, lost to minds of a heavier mold. At the age of eighteen or nineteen, young Middleton became a member of one of the colleges of the university of Cambridge. Having for his companions young men frequently of dissipated habits, he was often powerfully tempted to enter into their youthful follies but fortunately he escaped the contagion of their pernicious examples, and devoted that leisure to the improvement of his mind, which the less reflecting devoted to amusements and vicious indulgence. In his twenty-second year, he was graduated bachelor of arts, and left the university with the reputation of an accomplished scholar, and a moral man. By means of his father's liberality, he was now enabled to travel. After visiting several parts of England, he proceeded to the continent, where he spent two years, chiefly in the southern parts of Europe. At Rome, he passed several months in viewing the various objects of taste afforded by that ancient and splendid spot. He here greatly improved his taste for music and painting and even became well versed in the principles of sculpture and architecture. Soon after his return to South Carolina, he was connected in marriage with the daughter of Walter Izard, Esq. Having still a fondness for traveling, he, soon after his marriage, again embarked on a visit to Europe, accompanied by his wife. In this tour he visited many places in England, whence proceeding to the continent, they passed through several of the principal cities of France and Spain. In 1773, Mr. Middleton once more returned to America, and now settled down on the delightful banks of the Ashley. The father of Mr. Middleton was, at this time, a man of great wealth, and both by himself and family the approaching controversy between Great Britain and her American colonies might have been viewed with great concern, had not the patriotism with which they were imbued much preferred the welfare of their country, to their private interests. A rupture with the mother country would necessarily put to hazard the wealth which had long been enjoyed by the family, and might abridge that influence, and diminish those comforts, which that wealth naturally gave them. But what were these in comparison with the rights and liberties of a country, destined to embrace millions within its bosom? Between the alternatives presented, there was no room to hesitate. Both father and son, in the spirit which had long characterized the family, stood forth in the defense of the rights of America, and, "left not a hook to hang a doubt on," that they were patriots of the noblest stamp. In the spring of 1775, Mr. Arthur Middleton was chosen on a secret committee, who were invested with authority to place the colony in a state of defense. In the exercise of the trust with which they were charged, they immediately took possession of the public magazine of arms and ammunition, and removed its contents to a place of safety. In the following June, the provincial congress of South Carolina proceeded to appoint a council of safety, consisting of thirteen persons. This council, of which Mr. Middleton was a member, took measures to organize a military force, the officers of which received commissions at their hands, and under their signatures. Among the members of this committee, no one exhibited more activity, or manifested a greater degree of resolution and firmness, than did Arthur Middleton. In February, 1776, the provincial legislature of South Carolina appointed a committee to prepare and report a constitution, which "should most effectually secure peace and good order in the colony, during the continuance of the dispute with Great Britain." This duty was assigned to Mr. Middleton and ten others. Having discharged the duty to the satisfaction of the assembly, Mr. Middleton was soon after elected by that body a representative of South Carolina in the congress of the United States, assembled at Philadelphia. Here he had an opportunity of inscribing his name on the great charter of American liberties. At the close of the year 1777, Mr. Middleton relinquished his seat in Congress, and returned to South Carolina, leaving behind him, in the estimation of those who had been associated with him in the important measures of congress, during the time he had been with them, the character of a man of the purest patriotism, of sound judgment, and unwavering resolution. In the spring of 1778, the assembly of South Carolina proceeded to the formation of a new constitution, differing, in many important points, from that of 1776. On presenting it to the governor, John Rutledge, for his approbation, that gentleman refused to assent to it. But, as he would not embarrass the assembly in any measures which they might deem it expedient to adopt, he resigned the executive chair, upon which the assembly proceeded by a secret ballot again to fill it. On counting the votes, it was found that Mr. Middleton was elected to the office by a considerable majoritv. But, entertaining similar views in respect to the constitution, expressed by the distinguished gentleman who had vacated the chair of state, he frankly avowed to the assembly, that he could not conscientiously accept the appointment, under the constitution which they had adopted. The candor with which he had avowed his sentiments, and the sterling integrity of the man, exhibited in refusing an honor from conscientious scruples, instead of diminishing their respect for him, contributed to raise him still higher in the confidence of his fellow-citizens. The assembly proceeded to another choice, and elected Mr. Rawlins Lowndes to fill the vacancv, who gave his sanction to the new constitution. During the year 1779, the southern states became the principal theater of the war. Many of the plantations were wantonly plundered, and the families and property of the principal inhabitants were exposed to the insults and ravages of the invaders. During these scenes of depredation, Middleton Place did not escape. Although the buildings were spared , they were rifled of every thing valuable. Such articles as could not easily be transported were either wantonly destroyed, or greatly injured. Among those which were injured, was a valuable collection of paintings belonging to Mr. Middleton. Fortunately, at the time the marauders visited Middleton Place, the family had made their escape a day's journey to the north of Charleston. On the investment of the latter place, in the following year, Mr. Middleton was present, and actively engaged in the defense of the city. With several others on the surrender of this place, he was taken prison, and was sent by sea to St. Augustine, in East Florida, where he was kept in confinement for nearly a year. At length, in July, 1781, he was exchanged, and proceeded in a cartel to Philadelphia. On his arrival at the latter place, Governor Rutledge, in the exercise of authority conferred upon him by general assembly of South Carolina, appointed him a representative in congress. To this office he was again elected in 1782 but in the month of November of that year, he returned to South Carolina on a visit to his family, from whom he had been separated during a long and anxious period. On the signing the preliminaries of peace, Mr. Middleton declined accepting a seat in congress, preferring the pleasures of retirement with his family, to any honor which could be conferred upon him. He occasionally, however, accepted of a seat in the state legislature, in which he was greatly instrumental in promoting the tranquillity and happiness of his fellow-citizens. The life of Mr. Middleton was terminated on the 1st of January, 1787. His death was occasioned by an intermittent fever, which he took in the preceding month of November, by an injudicious exposure to the unsettled weather of the autumnal season. In his person, Mr. Middleton was of ordinary size, symmetrically proportioned, with fine features, and countenance expressive of firmness and decision. Source: Rev. Charles A. Goodrich Lives of the Signers to the Declaration of Independence. New York: William Reed & Co., 1856. Pages 447-451. (Some minor spelling changes may have been made.) http://colonialhall.com/middleton/middleton.php

Birth: Jun. 26, 1742 Charleston County South Carolina, USA Death: Jan. 1, 1787 Charleston County South Carolina, USA

Signer of the Declaration of Independence from South Carolina. Born at Middleton Place, a plantation near Charleston, South Carolina to a wealthy family. His father, Henry Middleton, owned more than twenty plantations covering 50,000 acres (about 8 square miles) with more than 800 slaves. At age 12, he was sent to England, where he attended school and studied law. He returned home just before Christmas 1763, and the next year, married Mary Izard, with whom he would have nine children. In 1765, he was elected to the South Carolina legislature. A patriot leader early in the cause, he became a founding member of the South Carolina Council of Safety, and a vocal opponent of the Tories, those who supported Great Britain. In 1774, his father, Henry Middleton, was sent to the First Continental Congress, briefly serving as its president. Citing health reasons, Henry turned down a reappointment, and his son, Arthur, was elected to replace him. An ardent patriot, he had no problem with voting for independence and readily signed the Declaration. After a year with the Congress, he returned home to continue to help manage his parent’s estates. He was elected as a delegate to the Congress in 1778, 1779, and 1780, but refused to take a seat, remaining at home. When the British attacked Charleston, SC, in 1780, Arthur Middleton joined the Army to defend the city. When the British captured the city, Middleton was taken prisoner, along with Edward Rutledge and Thomas Heyward, Jr, two other signers of the Declaration of Independence. Middleton was imprisoned in Florida, while the British Army plundered his family estates and carried off over 200 slaves, which they sold in the British West Indies. During her husband’s imprisonment, Mary Izard Middleton had to beg help from the British to care for her children. In 1781, Arthur returned to his home and repaired the damage to the plantation. He was selected as a delegate to the Congress of the Confederation in 1781. On New Year’s Day, 1787, he died at the age of 44. (bio by: Kit and Morgan Benson)

Parents: Henry Middleton (1717 - 1784) Mary Baker Williams Middleton (1721 - 1761) Spouse: Mary Izard Middleton (1747 - 1814)* Children: Henry Middleton (1770 - 1846)* Emma Philadelphia Middleton Izard (1776 - 1813)* Isabella Johannes Middleton Huger (1780 - 1865)* Septima S Middleton Rutledge (1783 - 1865)* John Izard Middleton (1785 - 1849)* Siblings: Arthur Middleton (1742 - 1787) Henrietta Middleton Rutledge (1750 - 1792)* Thomas Middleton (1753 - 1797)* Hester Middleton Drayton (1754 - 1789)* Sarah Middleton Pinckney (1756 - 1784)** Susannah Middleton Parker (1760 - 1834)** Calculated relationship Half-sibling Burial: Middleton Place Gardens and Tomb Charleston Dorchester County South Carolina, USA


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