A propagação do budismo

A propagação do budismo


A ascensão e propagação do budismo

Foi em algum lugar entre 600 e 500 aC que a pessoa que seria conhecida como Buda nasceu. Ele era originalmente conhecido como Siddhattha Gautama e nasceu em uma parte do norte da Índia, na fronteira com o que hoje é o Nepal. Até os 29 anos, ele parece ter levado uma vida típica da aristocracia ociosa da época.

Então, segundo a lenda, ele ficou insatisfeito, sentindo que algo estava faltando. Incapaz de obter uma resposta satisfatória, ele então deixou sua vida aristocrática em busca dessa resposta. Depois de muita procura e análise, um dia a resposta parece ter acabado de atingi-lo. Aparentemente, no momento em que bateu, ele tinha acabado de se sentar para comer debaixo de uma árvore. Diz-se que ele ficou sentado ali o dia todo e toda a noite em pensamentos profundos, e que depois, a visão estava completa e pronta para ser transmitida ao mundo.

Infelizmente, parece que muito pouco ou nada foi escrito. Mesmo assim, os principais ensinamentos de Buda conseguiram sobreviver e se espalhar na forma de budismo.

A mensagem central parece ser que o sofrimento é o resultado dos desejos, que os três principais são:

  1. O desejo de gratificar os sentidos.
  2. O desejo de imortalidade.
  3. O desejo de prosperidade e mundanismo.

Até que possamos superar esses desejos, a serenidade permanecerá fora de alcance.


The Spread of Buddhism - History

Nota do editor: esta é a história da origem e progressão inicial do budismo em todo o mundo oriental. Os registros históricos e a tradição oral não são consistentes em muitos detalhes da vida de Buda. Em casos de ambigüidade, implementamos o consenso da opinião da maioria. Para um estudo mais aprofundado, consulte as fontes listadas no final deste artigo.

Nascimento de um Buda: uma lenda budista

Antes do Buda nascer, sua mãe, Maya, sonhou com um elefante branco, pensou em prever a futura grandeza de seu filho, desceu do céu e entrou em seu útero. Quando chegou a hora, ela viajou de volta para casa para o parto. Ao longo do caminho, ela chegou a um belo bosque de árvores e decidiu descansar. Lá no jardim, assistida por deuses hindus, seu filho nasceu do lado dela. Sete dias depois, Maya morreu. Ela dera à luz um Buda e não poderia servir a nenhum outro propósito na terra.

A criança era Siddhartha Gautama. Seu pai, Suddhodana, era um governante rico do prestigioso clã Sakya do norte da Índia. Sua casa real era em Kapilavastu, uma cidade situada perto do sopé do Himalaia, no atual Nepal. Quando Siddhartha tinha cinco dias de idade, seu pai convidou cem brâmanes - nobres da mais alta casta hindu - a seu palácio para predizer o futuro de seu filho bebê.

Sete dos homens profetizaram que Sidarta se tornaria um poderoso governante do mundo ou um homem santo errante que fundaria uma grande religião. Mas um oitavo homem chamado Kodanna tinha certeza de que Siddhartha estava destinado a ser o último. Ele profetizou que o menino se tornaria um Buda que alcançaria a iluminação completa. Kodanna também predisse a renúncia de Siddhartha ao mundo após sua visão de quatro coisas - um homem velho, um homem doente, um homem morto e um monge.

O pai de Siddhartha esperava que seu filho se tornasse um grande rei, então ele vigilantemente procurou impedir que seu filho cumprisse a profecia de Kodanna. Ele trabalhou incansavelmente para proteger Siddhartha do conhecimento do sofrimento humano e se certificou de que ele estivesse cercado de todo conforto e luxo dentro das paredes do palácio.

Indo adiante: as quatro vistas

Numa tarde, em um passeio de carruagem pelo parque, Siddhartha passou por um velho. Chocado com a aparência murcha do homem, Siddhartha perguntou ao motorista de sua carruagem o que havia de errado com ele. O motorista explicou que não havia nada de errado e que o homem era apenas velho. Siddhartha voltou ao palácio agitado e perturbado. Em duas viagens subsequentes, Siddhartha encontrou um homem doente e um cadáver. Por último, ele viu um homem religioso vestido com túnicas amarelas, mergulhado em meditação. Siddhartha ficou chocado com a dor e o sofrimento que percebeu de repente que aguardavam toda a humanidade - até mesmo um príncipe como ele.

Mais tarde naquela noite, Siddhartha foi entretido por belas mulheres antes de adormecer. Quando ele acordou em algum momento da noite, ele sentiu repulsa pelo caos e confusão das mulheres que adormeceram ao seu redor. Suas impressões do mundo haviam sofrido uma mudança dramática e ele decidiu deixar o palácio naquela mesma noite. Antes de partir, ele deu uma última olhada na esposa adormecida e no filho pequeno, mas não se despediu. Assim que fugiu, Siddhartha, de 29 anos, raspou a cabeça e se vestiu com mantos de monge. Ele passaria os próximos seis anos buscando a resposta para o sofrimento humano.

Iluminismo: a cessação de todas as coisas

No norte da Índia durante a época de Siddhartha, muitas pessoas se sentiram escravizadas a uma existência dolorosa de sofrimento. Homens santos hindus errantes renunciaram à família e a uma vida normal para buscar a verdade universal. Eles esperavam atingir o nirvana - aquele estado transcendente além do eu, do sofrimento e do desejo que leva à paz e felicidade completas. Muitos acreditavam que alcançar a iluminação - um estado perfeito de sabedoria e conhecimento - proporcionaria um insight sobre a verdadeira natureza da realidade e, assim, os libertaria do ciclo infinito de morte e renascimento para o nirvana.

No início, Siddhartha estudou as escrituras hindus e praticou meditação e ioga sob a orientação de vários sacerdotes brâmanes. Quando ele dominou suas técnicas, mas permaneceu inalterado, ele perdeu o entusiasmo pelos ensinamentos e foi embora. No entanto, quando Siddhartha mais tarde atingiu a iluminação e começou a formular seus próprios ensinamentos, ele reteve alguns elementos do hinduísmo.

“Eles esperavam que punir seus corpos levasse à liberação final dos desejos mundanos que causam o sofrimento humano, escapando assim do ciclo de renascimento.”

Em seguida, Siddhartha voltou-se para o ascetismo. Ele se juntou a um grupo de cinco monges e juntos viveram na selva e se dedicaram a práticas extremas de automortificação e meditação. Eles dormiam do lado de fora e sobreviviam com pouca ou nenhuma comida na esperança de que punir seus corpos levasse à liberação final dos desejos mundanos que causam o sofrimento humano, escapando assim do ciclo de renascimento.

Por fim, Siddhartha ficou tão fraco que desmaiou durante o banho e chegou à conclusão de que o ascetismo também não era o caminho para a iluminação. Seus cinco amigos logo o abandonaram quando o descobriram comendo uma tigela de comida.

Deixado sozinho, Siddhartha sentou-se sob uma árvore bodhi e decidiu que não se levantaria até que se tornasse iluminado. Nas semanas seguintes, Siddhartha progrediu por vários estágios de consciência até atingir o estado além do sofrimento.

Em seu primeiro estágio de meditação, Siddhartha viu todas as suas vidas passadas e ciclos de morte e renascimento, chamados samsara. Na segunda etapa, ele descobriu a lei (chamada dharma) que orienta este ciclo sem fim, e as consequências de boas e más ações (carma) que afetam o renascimento. Finalmente, ele atingiu seu objetivo no terceiro estágio de meditação. Ele alcançou o nirvana, a cessação de todas as coisas, e se tornou o Buda. Ele tinha trinta e cinco anos.

Ensinamentos de Buda e # 8217s: um curso intensivo

O Buda não acreditava na existência de um ser supremo ou das almas dos homens, e ele nunca alegou ser divino. Ele insistia que seus ensinamentos se baseavam apenas em suas próprias experiências e, embora pudesse apontar o caminho, cabia a cada seguidor encontrar seu próprio caminho para o nirvana.

Depois que ele se iluminou, os primeiros alunos do Buda foram os cinco monges que o abandonaram depois que o viram comendo. Ele intuitivamente caminhou até o parque de cervos em Benares (agora Varanasi), onde seus amigos residiam. Quando o viram, souberam imediatamente que ele estava transformado e ouviu seu primeiro sermão.

“Buda ensinou que o sofrimento existe, o sofrimento é causado pelos nossos desejos e anseios, não temos que sofrer e há um caminho para acabar com o sofrimento.”

Agora conhecido como As Quatro Nobres Verdades, os ensinamentos do Buda & # 8217s afirmam que o sofrimento existe, o sofrimento é causado por nossos desejos e anseios, não temos que sofrer e há um caminho para acabar com o sofrimento. Ele chamou o caminho para acabar com o sofrimento de O Caminho Óctuplo. Seus cinco amigos eventualmente se tornaram a primeira comunidade de monges budistas, chamada de sangha.

A morte de Buda e a propagação do budismo

O Buda passou quarenta e cinco anos viajando pelas planícies do Ganges, no norte da Índia, espalhando seus ensinamentos para quem quisesse ouvir. Quando tinha oitenta anos, o Buda aceitou uma refeição de um ferreiro, teve uma intoxicação alimentar e morreu. Seu corpo foi cremado e as cinzas e ossos carbonizados foram distribuídos aos seus seguidores como relíquias. Essas relíquias eram objetos sagrados que tinham o poder de curar e abençoar e estavam guardados em monumentos e templos por toda a região.

O budismo permaneceu confinado ao norte da Índia por duzentos anos, mas depois começou a se espalhar sob o poder do rei Asoka (274–232 aC). Depois que o rei travou uma guerra sangrenta com perdas devastadoras para expandir seu reino, ele sentiu um profundo remorso e se converteu aos pacíficos e tolerantes ensinamentos do budismo. Ele usou o Buda dharma para reformar seu governo e enviou missionários budistas por toda a Índia, Sri Lanka, Sudeste Asiático, China e Norte da África. O budismo se tornou uma poderosa influência cultural na Ásia e permaneceu como a religião majoritária por milhares de anos.

Com o tempo, o budismo se desenvolveu em vários ramos distintos. O Budismo Theravada, a escola mais conservadora, é proeminente em países do Sudeste Asiático, como Tailândia, Sri Lanka e Mianmar. O Budismo Mahayana, o mais liberal, é praticado nos países do Leste Asiático e do Sul da Ásia, como China e Índia. O Budismo Vajrayana é mais prevalente no Tibete e em outros países do Himalaia.

Leia mais sobre as crenças budistas e como elas são praticadas hoje.

Leigh Merryman é redatora do IMB. Ela mora com sua família no sudeste da Ásia.


Uma breve história do budismo

[ A maioria das informações históricas neste ensaio é retirada de A religião budista: uma introdução histórica por Richard H. Robinson e Willard L. Johnson (4ª Edição NY: Wadsworth. 1997). Esta é a melhor história geral do budismo que eu conheço e preenche o presente breve esboço com muito mais detalhes.]

O budismo se originou na planície do rio Ganges, no nordeste da Índia, por volta de 500 a.C. Seu fundador foi uma pessoa chamada Siddartha Gautama, que mais tarde recebeu o título de "O Buda", que significa "O Iluminado". Ele às vezes também é chamado de Shakyamuni (shakya-muni, literalmente, um muni / monge da tribo shakya). Ele nasceu no que hoje é o país do Nepal, perto da fronteira com a Índia.

O budismo foi originalmente um movimento dentro de uma tradição religiosa maior agora chamada de & quotHinduísmo & quot a tradição religiosa nacional na Índia e compartilhou muitas idéias e ideais expressos nos Upanishads, os primeiros escritos desenvolvendo a visão de mundo distinta característica do hinduísmo clássico. O budismo rejeitou a autoridade dos Upanishads e se divorciou de muitos costumes e tradições étnicas importantes para outros na Índia. Em parte como resultado disso, o hinduísmo permaneceu principalmente uma religião étnica de pessoas no subcontinente indiano, enquanto o budismo se espalhou para se tornar uma religião internacional, espalhando-se para muitas outras nações e grupos étnicos em toda a Ásia.

A época do Buda foi de mudanças sociais e religiosas no norte da Índia. Velhas estruturas tribais estavam se desintegrando e as cidades e o comércio cresciam. Ao mesmo tempo, parecia ter havido muitos grupos de pessoas alienadas que abandonaram a sociedade convencional e se dedicaram à autodescoberta espiritual. Os primeiros seguidores do Buda foram reunidos entre esses grupos. Provavelmente, eles não pretendiam originalmente "iniciar uma religião" para as massas populares. O ensino budista e a prática de meditação eram inicialmente uma espiritualidade pessoal para um grupo muito menor de buscadores individuais.

Os primeiros escritos budistas, eles próprios escritos vários séculos após a morte do Buda, não contêm "vida do Buda". Budistas posteriores desenvolveram tal "biografia", que quase certamente são dramatizações de ideais budistas, em vez de registros precisos da história.

O lendário Buda retratado nesses escritos era originalmente um príncipe rico que levava uma vida protegida em um palácio. Ao se aventurar para fora do palácio, ele ficou chocado com a visão de pessoas doentes e mortas, o que trouxe para casa a insegurança e impermanência dos confortos de que desfrutava em seu palácio, e foi quando ele se juntou aos grupos de desistentes em busca para algo mais duradouro. Nesta primeira fase de sua busca, ele é retratado como engajado em ascetismo extremo, jejuando e passando por sofrimentos físicos extremos. Ele é retratado como o mais heróico de todos aqueles que tentam obter autocontrole mental e uma dureza de espírito que os tornaria imunes a todos os sofrimentos da vida. A lenda diz que ele finalmente percebeu que tal ascetismo extremo só trazia mais distúrbios mentais. A paz interior que ele buscava só poderia vir por meio da meditação e exigia um corpo razoavelmente saudável.

Do ponto de vista dos historiadores modernos, é improvável que esta história represente a história verdadeira (como os budistas geralmente acreditam). É uma dramatização em forma de história da afirmação budista inicial de que o budismo era um "caminho intermediário" entre o luxo extremo e as dificuldades extremas. (Os historiadores modernos, é claro, geralmente sustentam que a "vida de Jesus" contada nos Evangelhos é uma dramatização em forma de história das idéias cristãs primitivas, em vez de uma biografia precisa, como a maioria dos cristãos acredita.)

O budismo existe há 2.500 anos e em muitos países diferentes. Durante este período, desenvolveu uma enorme variedade de formas. É difícil falar de um conjunto de ensinamentos e práticas com o qual absolutamente todas as pessoas que se autodenominam "Budistas" concordam.

O próprio Buda nada escreveu, e os ensinamentos budistas foram originalmente transmitidos por meio de tradições orais. Essas tradições foram comprometidas com a escrita apenas por volta de 200 a.C., em uma coleção chamada & quotO Cânon Pali & quot (escrita em uma língua chamada Pali, um dialeto intimamente relacionado ao Sânscrito, a língua clássica da Índia). Os estudiosos críticos modernos pensam que nem todos os ensinamentos atribuídos ao Buda no Cânon Pali foram realmente ensinados pelo Buda histórico. Mas não há uma maneira consensual de separar os ensinamentos originais de Buda de acréscimos posteriores.

Diferentes escolas budistas começaram a se desenvolver muito cedo. Por volta de 100 a.C., ocorreu uma grande divisão entre escolas mais conservadoras que se apegavam estritamente aos ensinamentos budistas tradicionais escritos no Cânon Pali, e grupos mais liberais que queriam integrar as idéias e práticas do movimento budista desenvolvidas posteriormente. (Por exemplo, muitas pessoas começaram a tratar o Buda como um deus, e esposaram a adoração de vários Budas diferentes, tal adoração foi aceita pelo grupo liberal. Mas de acordo com o Cânon Pali, o Buda não é um deus, mas um homem que descobriu o verdadeiro caminho para iluminação.)

Originalmente, havia várias escolas diferentes no grupo conservador, mas uma escola que se autodenomina & quotTheravada & quot (thera-vada, lit. Elder-path) é a única que sobrevive hoje. Os grupos liberais se autodenominavam coletivamente "Mahayana" (maha-yana, literalmente, grande veículo). Theravada é uma tradição bastante uniforme e eventualmente se tornou a tradição budista dominante no Sri Lanka e no sudeste da Ásia (Mianmar, Tailândia, Laos, Camboja influentes também no Vietnã).

"Mahayana" refere-se a um corpo muito diverso de escolas e grupos budistas, diferindo muito entre si. (Inclui, por exemplo, o budismo & quotPure Land & quot, uma forma popular de budismo focada na adoração de Buda Amida que preside um céu chamado & quotthe Pure Land & quot. Mas também inclui Ch an ou Zen Budismo, que afirma que os indivíduos precisam salvar por meio da prática de meditação, sem qualquer ajuda de seres divinos.) Os grupos Mahayana passaram a predominar no Tibete, na China e nas culturas do Leste Asiático mais influenciadas pela cultura chinesa (Coréia, Japão, Cingapura e Vietnã do Norte, que estava sob controle chinês por volta de 100 AC a 940 DC)

Os budistas Mahayana referem-se aos budistas mais conservadores pelo termo depreciativo & quotHinayana & quot (hina-yana, literalmente, veículo menor), e este termo ainda é frequentemente usado em alguns escritos do Leste Asiático e Ocidental sobre o Budismo. Mas deve-se estar ciente de que os budistas Theravada não gostam de ouvir sua tradição chamada de & quotHinayana. & Quot. (Ninguém se refere à sua própria tradição como & quotthe menor veículo & quot.) Os budistas Mahayana também popularizaram a noção, comum no Ocidente, de que os budistas Mahayana são altruístas, desejando atingir a Iluminação & quot para o bem de todos os seres & quot, enquanto que os Budistas & quotHinayana & quot são individualistas e egocêntricos, cada um interessado apenas no Nirvana como uma conquista pessoal e despreocupado com os outros. Novamente, não encontramos budistas Theravada descrevendo eles mesmos desta forma particular.

Muito mais tarde, no século VI d.C., desenvolveu-se um terceiro ramo principal do budismo que se autodenominava Vajrayana (de vajra, significando tanto & quotdiamond & quot e & quotthunderbolt & quot). O budismo Vajranyana emprestou muitas idéias e práticas da tradição tântrica na Índia, que compartilha muitas tendências comuns no que os ocidentais modernos chamam de & quotocultismo & quot: invocar vários espíritos em rituais que dão aos praticantes poderes mágicos, incorporação de dança e música em rituais religiosos, quebra deliberada de tabus sexuais normais e assim por diante. Embora já tenha sido popular em muitas terras budistas, o Vajrayana ou Budismo Tântrico acabou se associando principalmente ao Tibete.

Essas escolas de pensamento concorrentes no budismo nem sempre estiveram ligadas a organizações budistas concorrentes. Às vezes, professores e seguidores que aderiam a diferentes escolas de pensamento viviam juntos nos mesmos mosteiros. Era comum que monges budistas individuais viajassem para diferentes professores, estudando várias escolas diferentes de pensamento budista. Entre os estudiosos budistas na China e no Tibete, muitos esforços foram devotados para incorporar os ensinamentos de todas as principais escolas de pensamento em um sistema abrangente, muitas vezes utilizando a ideia de que algumas escolas ensinavam um "budismo inicial" mais preliminar, enquanto outras ensinavam mais avançado , formas "finais" do Budismo.

A disseminação do budismo na Índia foi grandemente auxiliada pela conversão do rei Asoka (c. 270-230 a.C.), que patrocinou o budismo nos territórios que controlava no subcontinente indiano. Diz a lenda que ele também enviou missionários budistas aos países vizinhos do Sri Lanka (Ceilão) e Mianmar. As tradições Theravada e Mahayana existiram na Índia por muitos séculos. Mas, por uma variedade de razões, o budismo começou a enfraquecer como movimento na Índia por volta de 700 d.C. e deixou de ser um fator importante na vida social indiana quando os últimos mosteiros budistas foram destruídos por invasores muçulmanos por volta de 1000 d.C.

Em tempos mais recentes, budistas em outros países estabeleceram santuários budistas perto do local de nascimento do Buda no nordeste da Índia. Um movimento entre hindus de casta inferior protestando contra o sistema de castas indiano adotou oficialmente o budismo e budistas tibetanos fugindo de comunistas chineses ocupando o Tibete residem em campos de refugiados no norte da Índia. Caso contrário, o budismo não tem presença importante na Índia moderna.

Sri Lanka e península do sudeste asiático (Mianmar [antiga Birmânia], Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã)

O Sri Lanka, uma grande ilha na costa sudeste da Índia, nunca esteve sob controle direto da Índia, mas esteve sob forte influência da cultura indiana desde os primeiros tempos. Diz a lenda budista que o rei budista indiano Asoka enviou missionários budistas ao Sri Lanka em 247 a.C. mas os estudiosos não foram capazes de confirmar isso. Mas certamente no primeiro século d.C., a influência indiana trouxe uma mistura de crenças e práticas hindus e budistas (Mahayana e Theravada) para o Sri Lanka. Um grupo de budistas do Sri Lanka chamado Mahavihara estabeleceu uma forte reputação entre os budistas conservadores que se opunham aos desenvolvimentos Mahayana, especialmente no século V, quando um monge chamado Buddhaghosa escreveu o Visuddhimagaa (Caminho para a Purificação), que se tornou a declaração oficial da interpretação ortodoxa Theravada de a mensagem budista. Os desenvolvimentos nos séculos XIII e XIV fizeram com que o Sri Lanka fosse considerado pelos budistas no sudeste da Ásia como a pátria do ensino ortodoxo Theravada.

A península do sudeste asiático tem uma história bastante complexa, na qual as fronteiras nacionais mudaram muitas vezes. Por exemplo, o povo Khmer, o grupo étnico dominante no Camboja atual, ao mesmo tempo governou um grande reino cobrindo a maior parte do sudeste da Ásia atual e, por outro lado, vários pequenos reinos anteriores, como Funan e Champa, têm desapareceu, absorvido pelo Vietnã atual.

Assim como aconteceu no Sri Lanka, começando pelo menos no primeiro século DC, mercadores e monges viajantes trouxeram para o sudeste da Ásia uma mistura de crenças hindus e budistas (nas formas Mahayana e Theravada), e essa mistura formou a tradição religiosa dominante nestes países até a política governamental, cooperando com líderes budistas no Sri Lanka, estabeleceram o Theravada como a tradição dominante na maior parte do sudeste da Ásia nos séculos XIII e XIV DC

Atualmente, o norte do Vietnã estava sob domínio chinês por volta de 100 a.C. até 940 d.C. Por esse motivo, as tradições Mahayana populares na China continuaram a ter influência no Vietnã, ao lado das tradições Theravada.

O Budismo Theravada continua a ser a tradição religiosa dominante entre a maioria do grupo étnico cingalês no Sri Lanka. Tornou-se parte de um foco de sentimento nacionalista que alimenta a guerra com os tâmeis étnicos, um grupo hindu que vive no norte do Sri Lanka.

Guerras recentes e subsequentes conquistas comunistas no sudeste da Ásia foram muito destrutivas para o budismo no Camboja, Laos e Vietnã, mas atualmente o budismo está passando por uma espécie de renascimento nesses países.

O budismo também teve influência na Malásia e na Indonésia durante o primeiro milênio d.C., mas foi suprimido por invasores muçulmanos e suplantado pelo Islã.

Ásia Central, Tibete e China

A disseminação do budismo pelo norte ocorreu inicialmente principalmente pela Ásia Central, terras ao norte do Tibete que agora fazem parte da antiga União Soviética e da Mongólia. Do primeiro ao quarto século d.C., este foi o local do império Kusana, um dos quatro maiores impérios do mundo na época. Os imperadores Kusana eram fortes defensores do budismo.

A Ásia Central também era a principal rota comercial entre a Índia e a China, comumente chamada de Rota da Seda (em homenagem à seda chinesa, a principal mercadoria comercial). Conseqüentemente, esta foi a principal rota pela qual o budismo viajou da Índia para a China. A cidade de Tun-huang, na extremidade oriental chinesa da Rota da Seda, tornou-se um importante centro de tradução de textos budistas do sânscrito para o chinês. Tun-huang é também o local de cavernas gigantescas decoradas com grandes estátuas de Buda, nas quais foram encontrados em 1907 alguns dos mais antigos manuscritos budistas sobreviventes. (Isso inclui o livro impresso mais antigo do mundo, o Mahayana Sutra Diamante, impresso em 868 d.C., sete séculos antes da Bíblia de Gutenberg.)

O Tibete, uma grande área montanhosa ao norte da Índia, tornou-se uma potência dominante na Ásia Central no século sétimo d.C. Os senhores da guerra tibetanos inicialmente perseguiram o budismo, mas logo se converteram e se tornaram patrocinadores ávidos. Muito mais tarde, por volta de 1600 DC, quando o Tibete estava sob o domínio mongol, os governantes mongóis nomearam o diretor de uma escola monástica budista específica para ser o líder político e religioso do Tibete, com o título de Dalai Lama (lit. & quotOceano [da Sabedoria] Professor & quot). Sucessivos Dalai Lamas continuaram a governar o Tibete até os anos 1950, quando os comunistas chineses suprimiram brutalmente o budismo no Tibete controlado pelos chineses, e o Dalai Lama reinante fugiu com muitos seguidores para assentamentos de refugiados no norte da Índia.

O budismo alcançou a China através da Rota da Seda por volta de meados do século I DC Ele ganhou força especial na China durante os quatro séculos de turbulência na China que se seguiram à queda da Dinastia Han em 220 DC e atingiu seu auge durante o T ang Dinastia (618-960 DC) Muitas novas escrituras Mahayana foram escritas na China, e várias novas escolas budistas foram desenvolvidas lá. Isso inclui a escola Ch an, que muitos pensam ter sido desenvolvida sob a influência de uma tradição chinesa indígena chamada Taoísmo. (O termo Ch an vem do sânscrito Dhyana no Vietnã, é conhecido como Thien, na Coreia Filho e no Japão Zen.)

O budismo influenciou muito vários pensadores que reviveram a tradição confucionista chinesa por volta de 1100 DC. Eles criaram uma síntese das ideias confucionistas, budistas e taoístas conhecida no Ocidente como "neoconfucionismo". Mas, a partir dessa época, essa síntese neoconfucionista ganhou o monopólio no a educação da elite chinesa e o budismo sofreram um declínio entre a elite instruída, tornando-se mais associada à religião das massas. O budismo sofreu muito com os comunistas chineses que chegaram ao poder em 1949, mas há algum renascimento do budismo na China sob as políticas governamentais mais tolerantes.

O budismo chegou à península coreana vindo da China, por volta de 400 d.C., e foi patrocinado por muitos dos primeiros governantes coreanos. Mais tarde, no século 14, como na China, foi suplantado pelo confucionismo e sofreu algumas perseguições governamentais. Os budistas coreanos continuaram a desenvolver muitas das mesmas tradições da escola budista que existiam na China, com Son (Ch an / Zen) tornando-se predominante por volta de 1200 d.C.

O budismo foi trazido para o Japão por imigrantes coreanos por volta de 550 d.C., e ganhou um patrono inicial no Príncipe Shotoku (573-622). Como em muitos outros países, o budismo tornou-se associado a elementos da religião folclórica que o precederam, neste caso a adoração de espíritos chamados kami em uma tradição religiosa que ficou conhecida como xintoísmo.

O budismo tornou-se em várias ocasiões muito envolvido na política japonesa, às vezes apoiado pelos governantes japoneses como uma força unificadora para o país, às vezes suprimido como uma fonte de divisões, ou como uma religião "estrangeira" em oposição ao xintoísmo japonês nativo. No início do século 20, o governo japonês alistou o budismo a serviço da expansão japonesa que levou à Segunda Guerra Mundial e, consequentemente, o budismo sofreu quando o Japão foi derrotado nessa guerra. O budismo tradicional caiu em desgraça, mas alguns movimentos religiosos populares recentemente fundados ("novas religiões") incorporam vários aspectos do pensamento e da prática budista. Para muitos japoneses modernos, o budismo é parte da herança nacional que moldou muitos aspectos da arte, do pensamento e da vida social japoneses, mas não constitui um conjunto de ensinamentos de grande interesse contemporâneo.

Budismo monástico, budismo leigo tradicional e budismo leigo modernizador

Os estudantes ocidentais modernos do budismo costumam fazer comparações equivocadas entre o cristianismo e o budismo. Esses erros surgem em parte porque muitos ocidentais modernos não têm uma compreensão muito ampla da história do cristianismo em si, mas identificam o "cristianismo" com certas organizações cristãs contemporâneas e certas atitudes e idéias associadas a essas organizações hoje. Também surgem devido ao contraste entre as circunstâncias em que os ocidentais geralmente aprendem sobre o cristianismo (doutrinação infantil e sermões dominicais) e as circunstâncias em que aprendem sobre o budismo (cursos acadêmicos ou estudo voluntário por interesse pessoal). Algumas explicações sobre a história budista e cristã são necessárias para evitar alguns erros e confusões, distinguindo três coisas diferentes:

(1) -Monástico & quotSangha-Budismo & quot (monges e freiras no budismo são coletivamente referidos como & quotA Sangha & quot). As escrituras budistas clássicas foram escritas principalmente para ensinar a espiritualidade budista a monges e freiras que viviam em monastérios budistas ou sozinhos como eremitas. A maioria (não todas) das seitas budistas abrigam monges e freiras, que no budismo tradicional são vistos como os principais exemplos dos ideais espirituais do budismo.

(2) -Lay Buddhism, o budismo da maioria dos budistas que vivem uma vida de casados ​​no mundo fora dos mosteiros. (Na terminologia religiosa, uma "pessoa assassina" é uma pessoa que não é um monge de freira, chamada de "quothouseholders" no budismo tradicional. Os budistas leigos constituíam a maioria das pessoas que se identificavam como "budistas" em praticamente todas as seitas do budismo. a maioria dos budistas leigos que viviam fora dos mosteiros budistas não estudava a filosofia e espiritualidade budistas muito profundamente e não meditava. O budismo para eles era principalmente uma questão de observar certas regras, praticar certos rituais, apoiar certos templos ou mosteiros e assim por diante.

(3) -Modernização do budismo leigo. Este é um termo que uso para me referir a tentativas recentes de adaptar a espiritualidade Sangha tradicional (1) às vidas de leigos que vivem fora dos mosteiros (como em (2)). Os ocidentais que se interessam pelo budismo estão geralmente mais familiarizados com esse tipo de adaptação da espiritualidade Sangha tradicional à vida leiga. É um budismo adaptado à vida & quotidiana & quot no mundo, para pessoas que geralmente são casadas, têm empregos lucrativos, etc. Mas é muito diferente do budismo leigo tradicional na Ásia, pois se concentra na espiritualidade e geralmente tem pouco a ver com os costumes budistas familiares aos budistas leigos na Ásia.

Essas não são três seitas diferentes do budismo, mas entendimentos diferentes do budismo na prática, encontrados em muitas seitas budistas diferentes.

Em quase todas as culturas pré-modernas, na Ásia e no Ocidente, havia uma divisão marcante entre a "cultura quothigh" e a "cultura popular", a cultura de uma minoria de elite educada e a cultura das massas que careciam de educação formal. Isso era muito evidente na esfera da religião, na qual havia uma forte divisão entre a religião relativamente sofisticada dos monges e freiras instruídos, de um lado, e a religião popular da massa ignorante de leigos, do outro.

Os mosteiros, na Ásia pré-moderna e no Ocidente, eram estabelecimentos educacionais - freqüentemente os únicos estabelecimentos educacionais em sua sociedade. E monges e freiras geralmente estavam entre os membros mais educados da sociedade. The religion studied by monks and nuns was generally more "spiritual" compared to popular religion, it was more focused on internal spiritual change in individual persons, brought about through personal effort, self-discipline, and specially devised techniques such as meditation. It was also generally more rationalized monastic scholars expended great effort to develop interpretations of their religion that could be supported with rational arguments, to resolve apparent inconsistencies in order to create large consistent systems of doctrines, and so on.

By contrast, the religion of the masses of the people was more focused on material concerns, enlisting the aid of supernatural beings and forces to protect people from harm and gain for them material blessings. It was more social and external, exerting social pressure on people to conform to certain norms of external behavior. And it was less rational, consisting of an unsystematized collection of various rules, rituals, and beliefs which people accepted without trying to give reasons. This was true of most lay Christianity prior to the Protestant reformation (1520 A.D.), and also true of most lay Buddhism up until even more recent times.

This should not be taken to mean, of course, that monks and nuns as individuals were necessarily superior to laypersons as individuals. The very prestige (and often the wealth and power) of monasteries attracted many individuals who were more interested in material benefits associated with the monasteries than with spiritual or intellectual advancement. One should not assume that the teachings developed in monasteries, which were officially supposed to be studied there, were actually taken seriously and practiced by all monks and nuns. And on the other hand, there were undoubtedly very many uneducated farmers very advanced in wisdom and spirituality. But in general, the work of monks and nuns has left us with more written bodies of teachings still available for us to study, and also more teachings suited to the mindset of the more rational, educated, and individualistic modern middle classes.

In the case of Christianity, monastic spirituality was given written form in the works of writers such as Simeon the New Theologian, Bernard of Clairvaux, Thomas a Kempis, Theresa of Avila, Therese of Lisieux, and more recently Thomas Merton. Rationalizing efforts gave rise to what Christians call "theology," written down in the works of philosopher-theologians such as Augustine of Hippo, Gregory of Nyssa, Thomas Aquinas, and more recently Karl Rahner and Paul Tillich. Most of these names are unfamiliar to the vast majority of modern Christians. Many are only vaguely aware that there is such a thing as "theology," and they would be shocked at some of the teachings of influential theologians. Most are also unaware that the Christian tradition has any individual spiritual teaching at all it appears to them an entirely social affair, focused on church buildings, doctrines, rituals, and rules for external behavior which an authoritarian clergy tries to impose on an unquestioning church membership.

In the case of Buddhism, practically all traditional Buddhist scriptures were written by and for monks and nuns, a group collectively referred to in Buddhism as "the Sangha." The teachings given in these writings really represent Sangha-Buddhism, i.e. they assume an audience committed on a full time basis to individual personal spiritual transformation. They reflect extensive efforts to rationalize Buddhist teachings around this goal of personal transformation "incorrect" teaching is that kind of teaching which is thought to be an obstacle to the kind of internal transformation that Buddhism aims at.

Most of the teachings in these writings were virtually unknown to the vast majority of Buddhists living outside the monasteries. For them, Buddhism was primarily a social affair, consisting of temples, rituals, festivals, and rules for proper external behavior. Traditional lay Buddhism often incorporated many aspects of folk religion that probably preceded Buddhism in the areas in which it penetrated, so that lay Buddhists often associated Buddhism with invocation of various supernatural beings in order to acquire material benefits, the acquisition of magical powers such as the power to foretell the future, and so on. Because it incorporated elements of the folk religion of different cultures, traditional lay Buddhism also varied greatly from country to country.

Modern developments have given rise to a large and relatively well-educated urban middle class, which no longer respects the claims of monks and nuns to elite religious status. If they are religious at all, this middle class wants a religion suited to its own way of life, centered on family, work, and leisure activities. At the same time, this educated middle class often regards traditional folk religion as superstitious, irrational, authoritarian, and backward. In the West, the Protestant Reformation, beginning in the 1500's, represents a movement critical of medieval Catholicism, both its elite spiritual side geared to monastic life, and its popular side (such as saint-worship) connected with folk religion that Protestant reformers considered to be pagan superstition. Protestant Christianity has thus had over four centuries to develop styles of Christianity adapted to the lives of relatively well-educated laypeople. For much of this time the Catholic church attempted to hold on to the medieval model (the official Catholic teaching is that monastic life is inherently superior to lay life). But in the present century it too has gradually yielded to the pressure to present Catholicism as primarily a religion for laypeople, and this is the Catholicism that most present day Catholics are aware of. Thus present day middle class Protestantism and Catholicism usually de-emphasize those elements of medieval Christianity which seem backward and superstitious (the worship of saints, ritual exorcism of demons, and so on), and tries to adapt traditional Christian theology to the mind-set and lifestyles of modern educated people.

In Asia, traditional social structures persisted much longer into modern times, including in Buddhist countries the division between Sangha Buddhism and lay Buddhism. The breaking down of divisions between high culture and popular culture in Asian countries happened relatively recently (in most cases beginning only in the middle of the last century), and in many cases it happened through forced confrontations with Western culture and military power accompanying Western attempts to colonize and dominate Asian countries. Patriotic Asians felt the need to modernize their countries very rapidly in order to avoid being taken over by Western powers. For many, this meant active campaigns both against the "feudal superstitions" associated with lay Buddhism, and also against the economically unproductive monastic way of life. Buddhism was thus faced with relatively sudden radical criticism and adverse social and political pressure and persecution, with relatively little time to adapt its message to the educated middle classes who were in the forefront of modernization movements.

In the case of China, North Korea, Vietnam, Laos, and Cambodia, the adoption of Western Communist ideology led to sometimes violent campaigns against Buddhism, from which it often not has recovered. There were however some strong movements in other countries to develop what is perhaps best called "modernist lay Buddhism." Middle class lay Buddhists in Sri Lanka developed a movement that some have called "Protestant Buddhism," because, in a way similar to the Protestant revolt against Catholicism, it aimed both to take away the leadership status of monks in Buddhism, and also to combat "superstitious" elements of traditional lay Buddhism. In Myanmar and Thailand, modernizing movements began among monks and nuns themselves, adapting traditional Buddhist philosophy and spirituality so that it could be applied and practiced by people outside the monasteries, and founding meditation centers where lay Buddhists could come for short periods of time to learn meditation practices and discuss how to apply Buddhist spiritual teachings to family and business life. In Japan, several intellectuals who had studied Western philosophy developed interpretations of traditional Buddhist teachings more in accord with modern Western philosophy.

The earliest scholarly studies of Buddhism in Western countries centered on the Sangha Buddhism taught in traditional Buddhist scriptures. In the late 19 th century, and continuing to the present, many Westerners feeling alienated from Western society and religious traditions, became attracted to Buddhism as an alternative. But the Buddhism that attracted them was also a kind of modernist lay Buddhism. That is, it is not based on traditional Asian lay Buddhism, but on the philosophy and spirituality of traditional Sangha-Buddhism taught in Buddhist scriptures, now applied however to conditions of modern life outside of monasteries.

This situation has brought it about that many modern Americans who study Buddhism and practice Buddhist meditation, are under the mistaken impression that the Buddhism they know about was or is the dominant traditional religion of the vast masses of Asian peoples (imagined thus as a very "spiritual" people in contrast to "materialistic" Americans!). They are largely unaware of many beliefs and practices that traditional lay Buddhists in Asia associate with Buddhism. This difference is reflected in the general lack of connection between Buddhist teaching- and meditation-centers oriented toward a Western audience, on the one hand, and more traditional Buddhist temples established in US cities by immigrants from Asia, on the other.

Western versions of modernist lay Buddhism were developed partly by Westerners who traveled to Myanmar, Thailand, Japan, or Korea to study with Buddhist teachers often leaders of modernist lay Buddhism in their own countries. They were also developed partly by native Asians, initially trained in Asian monasteries who later traveled to the West to spread Buddhist teachings among interested Westerners. These are the most widely read Buddhist writers among Western readers, interpreting the teachings of traditional Sangha Buddhism in a way adapted to lifestyles familiar to modern Westerners. Among such teachers are the Vietnamese Thich Nhat Hanh, the Japanese Shunryu Suzuki, the Korean Seung Sahn, the Thai Dhiravamsa, and the Tibetan Chogyam Trungpa.


History of the Spread of Buddhism

The Spread of Buddhism While the Western World is largely familiar with elements surrounding the spread of Christianity, these people are inclined to ignore that Buddhism came to experience a similar progression in the East. Beginning approximately five centuries before Christianity, Buddhism emerged as an ideology contrasting harsher Hindu laws and made it possible for people to understand that it was actually necessary for them to follow a Middle Path in order to achieve Enlightenment. In spite


The Spread of Buddhism - History

A Summary History of the Spread Of Buddhism Across East Asia

B.N.HEBBAR, Ph.D.
ASST. PROF. LECTURER, GEORGE WASHINGTON UNIVERSITY, GEORGE MASON UNIVERSITY
AND
LECTURER, HONORS PROGRAM, UNIVERSITY OF MARYLAND
AND
ADVISOR, INTERNATIONAL BUDDHIST COMMITTEE - DC METRO AREA

In 386 BCE, roughly a century after the mahAparinirvANa of the Buddha (which took place at kusinAra, northern India in 483 BCE), the Second Buddhist Council took place at vesAli (also in northern India) under the patronage of King kAlAshoka in order to resolve certain differences in opinion that had cropped up within the Sangha with regard to some Vinaya observances. The outcome of this council was that it created a permanent split in Buddhism into the conservative and liberal factions. The conservative group came to be known as the theravAda and the liberal faction became known as the mahAsanghika. In 247 BCE, Emperor ashoka (304-236 BCE) called for the Third Council at pATaliputra (modern Patna in northeastern India) to reunite the factions. This, however, did not happen. Nevertheless, Emperor ashoka during the council explored the possibility of propagating theravAda Buddhism outside the land of its birth. His own son, mahinda, and daughter, sanghamittA, joined the Sangha and took Buddhism to Sri Lanka. It is from Sri Lanka, that theravAda Buddhism spread to Burma, Thailand, Laos, Cambodia and southern Vietnam.

CONSOLIDATION OF theravAda BUDDHISM IN SRI LANKA AND CONTINENTAL SOUTHEAST ASIA

In Sri Lanka, theravAda Buddhism was consolidated during the reign of King devAnAmpiya tissa (247-207 BCE). In Burma, it was finally consolidated during the reign of King anawratha (1044-1077 CE). In Thailand, during the reign of King rAmakhamahaeng (1275-1317 CE) of the Sukhothai dynasty. In Cambodia and Laos in the mid-14th century CE and in southern Vietnam in 1471 CE during the Nguyen dynasty.

The liberal mahAsanghika branch of Buddhism during Emperor ashoka's time took root in gandhAra (modern Afghanistan). In the first century CE, the kushan dynasty under Emperor kaniShka (78-103 CE) patronized this branch of Buddhism as Emperor ashoka had done for
the theravAda branch. In order to codify and crystallize the views of the mahAsanghika branch, Emperor kaniShka called for the Fourth Council in 100 CE at Jalandhara (modern Jullundur in the present-day Indian portion of the province of Punjab). During the Fourth Council which was conducted entirely in Sanskrit (instead of in pAli as the first three councils had been conducted), the mahAsanghika branch dubbed the theravAda ideal of arhat (worthy one) as too narrow and selfish and thus expounded the bodhisattva (wisdom-being) ideal wherein the blessings of nirvANa were available to even the "unworthy" ones. It was the job of the bodhisattva to take the vow of postponing his/her own nirvANa and work toward the salvation of all beings out of pure selfless compassion (karuNA). On account of this large-hearted attitude, the liberal faction renamed itself as the mahAyAna (Great Vehicle), dubbing the theravAda branch as the "hInayAna" (Lesser Vehicle).

SPREAD OF mahAyAna BUDDHISM IN NORTHEAST ASIA

mahAyAna Buddhism is found in the lands of northeast Asia in its two forms known as the pAramitayAna and the vajrayAna. The pAramitayAna type of mahAyAna Buddhism is found in China, Taiwan, Korea and Japan. There, it is found in its 5 forms. These are the devotional, meditational, mystical, rational and esoteric branches. In China and Japan, they are known as Ching t'u/Jodo, Ch'an/Zen, Hua-yen/Kegon, T'ien-t'ai/Tendai and Chen-yen/Shingon sects
respectivamente.

mahAyAna Buddhism came to China in the reign of Emperor Ming-ti (58-75 CE) of the Han dynasty. After the fall of the Han dynasty, China went into a state of great political turmoil, economic deprivation and social chaos for nearly 4 centuries (220-617 CE). Buddhism came in at this most appropriate juncture in Chinese history. The literati had become unemployed, the gentry had lost all their land-holdings and the general population went through great hardship. The Chinese were looking for a philosophical answer to this enormous suffering which neither of the two native religions of China, i.e. Taoism and, much less so, Confucianism could provide.

Buddhism with its deep metaphysical insight into the nature of suffering as enunciated in its doctrines of the 4 Noble Truths, the 3 Marks of "Existence", the 12-Fold Wheel of Causality and the Noble 8-Fold Path not only provided the reason for suffering (which was at once both simple and yet very profound), but also pointed a way out of that suffering by articulating a spiritual agenda culminating in the attainment of nirvANa. When mahAyAna Buddhism came to the Korean Peninsula in the fourth century CE, Korea was not one nation but three kingdoms, i.e KoguryO in the north, Paekche in the southwest and Silla in the southeast. Through the efforts of Chinese missionaries, all three kingdoms eventually accepted Buddhism and the golden age of Korean Buddhism was during the KoryO dynasty from 932 CE to 1392 CE.

mahAyAna Buddhism entered Japan in the reign of Emperor Kimmei in 552 CE. The Korean missionaries failed in this initial attempt because the ShOguns (the powerful aristocracy) who were staunchly Shintoist were opposed to this foreign religion. They warned Emperor Kimmei that the kami (the ancient Shintoist spirit gods) would become angry if this foreign religion was admitted onto the sacred soil of Japan. So, Emperor Kimmei sent the Korean missionaries back.

The Korean missionaries tried once again in the reign of Emperor Bidatsu who ascended the throne in 577 CE. This time they were allowed to set up a monastery near Osaka. It was at this time that a member of the Japanese imperial family, Prince ShOtOku Taishi (573-671 CE), became deeply impressed and sought spiritual refuge in it. The fortunes of Buddhism took an important turn with the ascension of Empress Suiko to the imperial throne in 588 CE. She appointed Prince ShOtOku as the regent of Japan and he used the full force of his prestigious office to spread Buddhism among the Japanese people. He declared Buddhism as the state religion of Japan in 594 CE. The golden age of Japanese Buddhism was during the Kamakura period from 1192 to 1333 CE.

mahAyAna Buddhism came to northern Vietnam in the 10th century CE from China. Three successive dynasties, the Dinh (969-981 CE), the Le (981-1009 CE) and the Ly (1010-1025 CE) help establish the MahAyAna tradition there.

THE SPREAD OF VAJRAYAANA BUDDHISM IN TIBET AND MONGOLIA

King Songtsen Gampo (618-650 CE) of Tibet, through the influence of his devoutly Buddhist wives, sent missionaries to northern India for the purposes of seeking knowledge of Buddhism for introduction of the faith into his land. The priests of the native (pre-Buddhistic) Bon religion of Tibet were deeply opposed to this alien religion. So, nothing much came to pass for a century. Then in the mid-8th century CE, King Trisong Detsen (740-798 CE), a devout Buddhist himself, took personal interest and sent for shAntarakShita, the Abbott-President of the vikramasIla University in western India. shAntarakShita's mission in Tibet was not successful.

Before his departure for Nepal, he advised the king to send for the great Buddhist tantric master, padmasambhava, the former Abbott-President of nALandA University in eastern India. padmasambhava arrived in Tibet in the year 747 CE. The priests of the Bon religion were so impressed by his powers that they readily became his disciples. padmasambhava then asked the king to re-invite shAntarakShita, and together they set up the first Buddhist monastery in Tibet in 775 CE.

Tibetan Buddhism is divided into 4 principal sects. These are the Nyingma-pa (which traces its lineage to padmasambhava himself), the Sakya-pa (which traces its lineage to Drok-mi [992-1072 CE]), the Kagyu-pa (which traces its lineage to Marpa [1012-1096 CE]) and the Geluk-pa (which traces its lineage to Tsongkhapa [1357-1419 CE]). The Geluk-pa sect is the most numerous and powerful.

In 1261 CE, the open-minded Emperor Kublai Khan of Mongolia (after having investigated many religions and finally choosing Buddhism over all of them), sent for the abbott of the Sakya monastery in Tibet to come and spread the Buddhist faith among his people. Three centuries later, in 1578 CE, Emperor Altan Khan invited Sonam Gyatso (1543-1588 CE), the third patriarch of the Geluk-pa sect, to come and establish his tradition in Mongolia. After much success, Altan Khan in 1581 CE bestowed the title of Dalai Lama meaning "Ocean of Wisdom-Teacher" on Sonam Gyatso who accepted the title in Tsongkhapa's name. So, Sonam Gyatso automatically became the "third" Dalai Lama. The fifth Dalai Lama, Losang Gyatso (1617-1682 CE), established himself as the supreme political and spiritual leader of Tibet. The present Dalai Lama, Tenzin Gyatso (1935-present), is the fourteenth in the lineage.

THE theravAda COUNTRIES OF THE WORLD
1. Sri Lanka
2. Burma
3. Thailand
4. Laos
5. Cambodia
6. Vietnam (southern region)

THE mahaayaana COUNTRIES OF THE WORLD
1. China
2. Taiwan
3. Tibet
4. Bhutan
5. Mongolia
6. Korea
7. Japão
8. Vietnam (northern region)


Buddhism: Origin, Spread and Decline

A keen observer of the world history may notice a pendulous motion. At one end of the pendulum's swing is the society immersed in crass materialism, Pravritti (literally, action) and at the other end is the society engrossed itself in spirituality, Nivritti (literally, withdrawal).

Histories of both the east and the west seem to follow this trend. Greeks were originally Nivritti oriented. The Greek Pythagorean School was Nivritti oriented but later Epicureans were at the opposite end. Romans believed in active life but later Christianity emerged as a monastic movement with celibate monks and nuns. Martin Luther founded Protestantism to reject Catholic Nivritti. The scientific and industrial revolution of the 18th century can be identified as extreme Pravritti and now we are witnessing the Nivritti-oriented people opposing the extremes of science: atomic bombs, pollution etc. And the society is slowly inclining towards yoga, meditation, etc.

Similarly, India had its own share of these cycles. In the pre-historic times, Vedic India had an active life (Pravritti), and then Upanishadic sages realized and propounded the concepts of renunciation (Nivritti) After that, Krishna preached the balance of Pravritti e Nivritti in the Bhagavad-Gitä, by being active in one's duties but not attached to the results of it.

At the time of the Buddha's birth, Indian society had lost its balance of Pravritti e Nivritti. Society was divided into different sects. Brahmins who were the torch-bearers of the spiritual wisdom in the ancient times, had limited themselves to rituals. In the absence of knowledgeable guides and spiritual leaders, society had become virtually directionless. Society was looking for the ethical and moral order once again.

In such a chaotic time, the Buddha was born in Northeast India. In his early life, he renounced his wife, son, and kingdom and achieved liberation (nirvana) The Buddha revolutionized the society by showing a new path to spiritual freedom by renouncing the worldly activities. Hundreds of Buddhist Viharas were founded which were instrumental in spreading Buddhism all over India and other Asian countries. Thus, the Buddha rekindled the spirit of propagating spiritual knowledge in the society. Renunciation and passive life (Nivritti) became a major trend of the society.

2. Spread of Buddhism

Before the birth of the Buddha, Indian society had become self-centered (the intellectual class) and ritualistic (the masses). Buddhism provided a new organized form of religious Sangha, which preached a simple message of compassion in Päli, the language of laypeople. This ease and simplicity helped the extensive spread of Buddhism. The cryptic language of Vedic philosophy was difficult for the masses to understand. Buddhism filled the gap by offering a simplified way of noble conduct to the common people. Here are some key reasons for the spread of Buddhism in Asia:

  • India's Spiritual Reputation In the era of the Buddha, India was regarded as a pioneer in many fields. India had an economic surplus, political stability and more importantly, a history of spiritual and intellectual innovation. India was viewed as a superpower similar to 21st century America. Buddhism was received with open hearts in other countries in Asia because of its origin in India.

3. Decline of Buddhism in India (7th century onwards)

There are two broad categories of reasons for Buddhism's decline in India:
• Internal factors (e.g., laxity of monastic rules and internal disputes, etc.)
• External factors (e.g., Hinduism's revival and Islamic invasion, etc.)

3.1 Internal Factors

In his book "Studies in Buddhistic culture in India," Lal Mani Joshi quotes a number of references from various texts to show several examples of the moral degeneration of Buddhist monks and nuns. Joshi writes: "It is evident from these references that decadence of Buddhism in India is related, at least in some measure, to the decay of moral and spiritual discipline among the Buddhist monks and nuns. The examples he quotes are from Chinese travelers Yuan Chwang and I-tsing, Kashmiri historian Kalhana, Kalidasa's Mälvikägnimitra, Bhavabhuti's Mälati Mädhava, Shudrak's Mrichhakatika, Dandin's Dashakumära-Charita, Mahenravarman's Matta-viläsa-prahsana e Bhagavadajjukam and other anonymous writings such as Chaturbhäni e Räshtrapäla-Pariprichha-Sutra. Even the earliest Buddhist texts reveal an awareness of tendencies towards laxity and corruption within the Sangha, tendencies that eventually developed to the point where large numbers of monks were performing magical practices, amassing personal or community wealth and engaging in various other improprieties. Those who emphasized the significance of this phenomenon are certainly correct in claiming that it represented a serious weakness in the Buddhist community.

3.2 External Factors

Buddhism had generally relied on the support of kings. The rise of the Brahmanical Shungas, ending the Mauryan dynasty, meant the end of good times for non-Vedic sects in Magadha thus large numbers of both Jainas and Buddhists moved out of their native region towards Mathura in the west, thence along the mercantile routes into other areas hospitable to their cause.

From the above discussion we can conclude that Buddhism collapsed only as a separate identity. Its main principles were assimilated in Hinduism quite harmoniously.

4. Influence of Buddhism in India

One of the key contributions credited to Buddhism is its protest against the prevalent violent sacrifices (Bali) in the Yajnas. This may be a misconception founded by Max Muller. The Bali tradition may already have been stopped long before the Buddha's birth by the Upanishadic sages. The Bhägavada-Gitä has a clear definition of Yajna devoid of any violence and the date of Gitä are still debated vis-à-vis those of the Buddha.

The intellectual era of the Upanishads (and intellectual-devotional era of the Gitä) predates Buddhism. If Buddhism was really a non-violent alternative, Buddhist followers would not have admitted meat-eating people into its Sanghas. Moreover, the history of many Buddhist nations is full of violent religious struggles, e.g., Burma, Tibet (900 AD), China, Japan, Sri Lanka, etc. According to Dr Padmanabh S Jaini, Buddhists as meat-eaters could make little effective protest against any violence compared to Jainas who were strictly non-violent in every respect.

Thus Buddhism downplayed the role of complex rituals prevalent in the contemporary society but did not necessarily reform the violent sacrifices.

In the Buddhist literature, there is hardly any word against the Vedic Caste System. Though professedly open to all, Buddhism was practically limited to the higher castes. It did not interfere with the domestic rituals which continued to be performed as prescribed in the Vedas. The Buddha himself is recorded to have held that the original Brahmins were good men and the Veda (originally) a true doctrine but that both had become corrupt and needed to be completely reformed. Here are two texts from the early Buddhist tradition: the Dhammapada, a major text ascribed to the Buddha himself, and Sonananda Sutta - a minor text recording the Buddha's dialogues. The last chapter of the Dhammapada is about the Brahmins. Here are three from the fifty odd verses:

Not by matted hair, nor by clan
or by birth does one become a Brahmin.
In whom is truth and dhamma,
He is the pure one, and he is the Brahmin ( 39378)
And I do not call one Brahmin
Merely by being born from a [Brahmin] womb,
Sprung from a [Brahmin] mother.
He is merely a "bho-sayer"
If he is a possessor of things.
One who has nothing and takes nothing,
That one I call a Brahmin ( 39678)
Who, here, having abandoned the human bond,
Has transcended the heavenly bond,
Who is released from all bonds,
That one I call Brahmin (41781)

In tenor, theme and substance, all these verses are similar and the Buddha defines a true Brahmin in them. He does not say that being a Brahmin is to be a fraud, cheater, or a liar he does not call Brahmanism or caste system an abomination.

Even the Buddhist ruler Ashoka accepted caste system in social matters. He had said: "Caste may be considered when it is a question of marriage or invitation, but not of Dharma for Dharma is concerned with virtues, and virtues have nothing to do with caste." According to Etienne Lamotte:

"Adherence to the Buddhist faith in no way compelled the adept to reject his ancestral beliefs or repudiate the religious practices customarily performed in his circles. The Buddha did not combat the deities of pagan Hinduism. He refused to condemn the paganism as a whole."

Buddhism was a powerful force in India for around 1000 years and if it really reformed the caste system and established social equality by removing caste barriers, there was no reason for caste system to be present even today, so deeply rooted in Indian society. At least there should have been a movement to recreate caste system after Buddhism's demise and obviously no such thing has been recorded in the history. This shows that caste system was always there in India, before the Buddha, during the Buddha and even after Buddhism collapsed in India. Even in other Buddhist countries, equality is a rare commodity, e.g., China never had social, political or economic equality even though Buddhism has been there for almost 2000 years. In his book "The discovery of India", India's first prime-minister Jawaharlal Nehru wrote that the caste system could not be influenced even by the powerful impact of Buddhism.

Therefore, we may conclude that the Buddha did not outrightly rejected the Vedic caste system but challenged its rigidity by downplaying the role of Brahmins and offering the path of renunciation to people of any caste or gender. The Buddha was mainly interested in spiritual rather than social reform. He founded the monastic system which was open to all castes but the lay society continued its prevalent caste system as before.

5. Conclusão

Although Buddhism as a separate religion vanished from India, many of its concepts and principles have merged with mainstream Hinduism. The tradition of organized Sanghas and Viharas was later adopted by Shankara in the form of Mathas. And that same tradition continues today in hundreds of other Mathas under Ramakrishna Mission, Chinmaya Mission, etc.

Buddhism originated as a reaction to Pravritti and propagated Nivritti. This may be a reason for its new acceptance now in western countries. In India, both the Brahmanic and the Shramanic traditions have merged to shape what is popularly called as Hinduism. Other countries may not have had such assimilatory experiments and therefore, Buddhism kept its separate identity there.

Human society will always be indebted to the Buddha for his great contribution in the fields of spirituality.

Buddham çaraëam gacchämi
Dharmam çaraëam gacchämi
Sangham çaraëam gacchämi


The Rise and Spread of Buddhism before the First Century A.D. | História

Numerous religious sects arose in the middle Gangatic plains in the sixth century BC. We hear of as many as 62 religious sects. Of these sects Jainism and Buddhism were the most important and they emerged as the most potent religious reform movement.

Image Courtesy : biogrph.files.wordpress.com/2010/12/thichnhathanhinvietnam1.jpg

Gautama Buddha or Siddhartha was born in 563 BC in a Shakya Kshatriya family in Kapilavastu, which is situated in the foothills of Nepal.

Like Mahvira, Gautama also belongs to a noble family. Born in a republic, he also inherited some egalitarian sentiments. Since his early childhood Gautama showed a meditative bent of mind. He was moved by the misery which people suffered in the world and looked for the solution.

At the age of 29, he left home. He kept on wandering for about seven years and then attained knowledge at the age of 35 at Bodh Gaya under a papal tree. From this onwards he began to be called the Buddha or the enlightened. He delivered his first sermon at Sarnath in Banaras. He undertook long journeys and took his message far and wide.

He kept, on wandering, preaching and meditating continuously for 40 years, resting only in the rainy season every year. During this long period he encountered many staunch supporters of rival sects including the Brahmans, but defeated them in debates. His missionary activities did not discriminate between the rich and the poor, the high and low, and man and women. He passed away at the age of 80 in 483 BC at a place called Kusinagar.

Buddhism does not recognize the existence of god and soul. This can be taken as a kind of revolution in the history of Indian religions. Since early Buddhism was not enmeshed in the lap-trap of philosophical discussion, it appealed to the common people. It particularly owns the support of the lower orders as it attacked the Varna system.

People were taken in to Buddhist order without any consideration of caste. Women also admitted to the Sangha and thus brought on par with men. In comparison with Brahmanism, Buddhism was liberal and democratic. Buddhism made a special appeal to the people of the non-Vedic areas where it found a virgin soil for conversion. The people of Magadha responded readily to the Buddhism because they were looked down upon by the orthodox Brahmans.

The personality of Buddha and the method adopted by him to preach his religion helped the spread of Buddhism. He tried to fight evils by goodness and hatred by love. The use of Pali, the language of people, also contributed to the spread of Buddhism. Gautam Buddha also organized the Sangha or religious order, whose doors were kept open to everybody, irrespective of caste and sex.

As a result of organized preaching under the auspices of the Sangha. Buddhism made rapid strides even in the lifetime of the Buddha. The monarchies of Magadha, Koshala and Kausambi and several republican states and their people adopted this religion.

Two hundred years after the death of the Buddha, the famous Maurya King Ashoka embraced Buddhism. This was an epoch making event. Through his agents Ashoka spread Buddhism in to Central Asia. West Asia and Sri Lanka and thus transformed it into a world religion.

Even today Srilanka, Burma. Tibet and parts of China and Japan prefers Buddhism. Although Buddhism disappeared from the land of its birth, it continues to hold ground in the countries of South Asia, South-East Asia and East Asia.

Indian religious underwent changes in Post- Mauryan times partly due to a big leap in trade and artisan activity and partly due to the large influx of people from Central Asia Buddhism was especially affected. The monks and nuns could not afford to lose the cash donations from the growing body of traders and artisans concentrated in towns.

Large numbers of coins have been found in the monastic areas of Nagarjunikonda in Andhra Pradesh. Further, the Buddhists welcomed foreigners who were non- vegetarians. All this meant laxity in the day-to-day living of the nuns and monks who led a sparse life. They now accepted gold and silver, took to non- vegetarian food and wore elaborate robes.

Discipline became so slack that some even deserted the religious order or the Sangha and resumed the householder’s life. This new form of Buddhism came to be called the Mahyana or the Great Wheel. In the old Buddhism certain things associated with the Buddha were worshiped as his symbol.

These were replaced with his images with the opening of the Christian era. Image worship in Buddhism seems to have led to the practice in Brahmanism on a large scale. With the rise of Mahayana, the old puritan school of Buddhism came to be known as the Hinayana or the Lesser Wheel.

Fortunately for the Mahayana, Kanishka became its great patron. He convened a council in Kashmir. The members of the council composed 300,000 words, which thoroughly explained the three pitakas or collection of the Buddhist literature.

Kanishka got these commentaries engraved on sheets of red copper, enclosed them in a stone receptacle and raised a stupa over it. He set up mi any other stupas to perpetuate the memory of Buddha. A few other ^rulers also adopted Buddhism. The famous Greek ruler Menander became a Buddhist.


4. Borobudur temple

Borobudur Temple is the largest Buddhist temple in Indonesia. This temple is located in Magelang, Central Java.

Borobudur temple was built before the Hindu religion was developed in Java.

It took about 50 years to finish the construction. Reliefs (embossed painting) contained in the temple of Borobudur reaches 4 km long, and the height of this temple is 42 meters.

The statues put up there reached 500 pieces.

Moreover, Borobudur temple is one of Indonesian Heritage which already known in world stage as part of seven wonders in the world along with Komodo dragon Island.


The History of Buddhism

Seated but immense, with his eyes closed in meditation and reflection, the giant, austere statues of the Great Buddha look over a population of adherents that stretches from Indonesia to Russia and from Japan to the Middle East. His gentle philosophy also appeals to many believers scattered all over the world.

Somewhere between 500 million and 1 billion people worldwide are estimated to be Buddhists.

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It’s exactly the nebulous nature of Buddha’s philosophy, crisscrossed by many sects of adherents with a dizzying assortment of beliefs and approaches to the faith, that makes it so difficult to estimate exactly how many Buddhists there are. Some scholars go so far as to refuse to define Buddhism as a religion at all, and prefer to refer to it as a personal philosophy, a way of life, rather than a true theology.

Two and a half centuries ago, a boy named Siddhartha Gautama was born into a royal family in a rural backwater in the northeast corner of the Indian subcontinent, in modern-day Nepal. An astrologer told the boy’s father, King Suddhodana, that when the child grew he would either become a king or a monk depending on his experience in the world. Intent on forcing the issue, Siddhartha’s father never let him see the world outside the walls of the palace, a virtual prisoner until he was 29 years old. When he finally ventured forth into the real world, he was touched by the suffering of the ordinary people he encountered.

Siddhartha dedicated his life to ascetic contemplation until he achieved “enlightenment,” a feeling of inner peace and wisdom, and adopted the title of “Buddha.” For over forty years he crisscrossed India on foot to spread his Dharma, a set of guidelines or laws for behaviors for his followers.

When Buddha died in 483 BC, his religion was already prominent throughout central India. His word was spread by monks seeking to becomearhats, or holy men. Arhats believed they could reach Nirvana, or perfect peace, in this lifetime by living an ascetic life of contemplation. Monasteries dedicated to the memory of Buddha and his teachings became prominent in large Indian cities like Vaishali, Shravasti, and Rajagriha.

Shortly after Buddha’s death, his most prominent disciple called a meeting of five hundred Buddhist monks. At this assembly, all of Buddha’s teachings, or sutras, as well as all the rules Buddha had set down for life in his monasteries, were read aloud to the congregation. All of this information together forms the core of Buddhist scripture to this day.

With a defined way of life outlined for all his disciples, Buddhism spread throughout the rest of India. Differences in interpretation crept in as the number of adherents grew distant from each other. One hundred years after the first great assembly, another was convened to try to iron out their differences, with little unity but no animosity, either. By the third century BC, eighteen separate schools of Buddhist thought were at work in India, but all the separate schools recognized each other as fellow adherents of Buddha’s philosophy.


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